O medo sutil da desconexão
Amor Eterno
Uma lenda atribui uma falsa etimologia a que na antiga Judéia tinha-se o costume de matar um cabrito para o churrasco nas comemorações de casamento ou aniversário de casamento. Com o tempo, o cabrito foi substituído pela fêmea do bode, cuja carne era muito mais macia. Matar a fêmea do bode, a "boda", era sinal de que haveria festa. Devido a isto o nome "boda" passou a ser sinônimo de festa, hoje em dia mais falada para casamentos.
Para cada ano, existe um material que representa uma nova etapa. É tradicional na cultura ocidental, se comemorar com bodas os eventos relativos ao casamento, e com o jubileu, outros fatos marcantes da vida social.
Anos Designação
1 Bodas de Papel
2 Bodas de Algodão
3 Bodas de Trigo ou Couro
4 Bodas de Flores e Frutas ou Cera
5 Bodas de Madeira ou Ferro
6 Bodas de Perfume ou Açúcar
7 Bodas de Latão ou Lã
8 Bodas de Papoula ou Barro
9 Bodas de Cerâmica ou Vime
10 Bodas de Estanho ou Zinco
11 Bodas de Aço
12 Bodas de Seda ou Ônix
13 Bodas de Linho ou Renda
14 Bodas de Marfim
15 Bodas de Cristal
16 Bodas de Turmalina
17 Bodas de Rosa
18 Bodas de Turquesa
19 Bodas de Cretone ou Água-marinha
20 Bodas de Porcelana
21 Bodas de Zircão
22 Bodas de Louça
23 Bodas de Palha
24 Bodas de Opala
25 Bodas de Prata
26 Bodas de Alexandrita
27 Bodas de Crisopázio
28 Bodas de Hematita
29 Bodas de Erva
30 Bodas de Pérola
31 Bodas de Nácar
32 Bodas de Pinho
33 Bodas de Crizo
34 Bodas de Oliveira
35 Bodas de Coral
36 Bodas de Cedro
37 Bodas de Aventurina
38 Bodas de Carvalho
39 Bodas de Mármore
40 Bodas de Rubi ou Esmeralda
41 Bodas de Seda
42 Bodas de Prata Dourada
43 Bodas de Azeviche
44 Bodas de Carbonato
45 Bodas de Platina ou Safira
46 Bodas de Alabastro
47 Bodas de Jaspe
48 Bodas de Granito
49 Bodas de Heliotrópio
50 Bodas de Ouro
51 Bodas de Bronze
52 Bodas de Argila
53 Bodas de Antimônio
54 Bodas de Níquel
55 Bodas de Ametista
56 Bodas de Malaquita
57 Bodas de Lápis Lazuli
58 Bodas de Vidro
59 Bodas de Cereja
60 Bodas de Diamante ou Jade
61 Bodas de Cobre
62 Bodas de Telurita
63 Bodas de Sândalo ou Lilás
64 Bodas de Fabulita
65 Bodas de Ferro
66 Bodas de Ébano
67 Bodas de Neve
68 Bodas de Chumbo
69 Bodas de Mercúrio
70 Bodas de Vinho
71 Bodas de Zinco
72 Bodas de Aveia
73 Bodas de Manjerona
74 Bodas de Macieira
75 Bodas de Brilhante ou Alabastro
76 Bodas de Cipreste
77 Bodas de Alfazema
78 Bodas de Benjoim
79 Bodas de Café
80 Bodas de Nogueira ou Carvalho
81 Bodas de Cacau
82 Bodas de Cravo
83 Bodas de Begônia
84 Bodas de Crisântemo
85 Bodas de Girassol
86 Bodas de Hortênsia
87 Bodas de Nogueira
88 Bodas de Pêra
89 Bodas de Figueira
90 Bodas de Álamo
91 Bodas de Pinheiro
92 Bodas de Salgueiro
93 Bodas de Imbuia
94 Bodas de Palmeira
95 Bodas de Sândalo
96 Bodas de Oliveira
97 Bodas de Abeto
98 Bodas de Pinheiro
99 Bodas de Salgueiro
100 Bodas de Jequitibá
Convido à todos a conhecerem um novo espaço de crônicas - Quiosque do Pastel - um blog elaborado por Lu Cavichioli, que contará com a colaboração de vários amigos como: Rosemari, Joice Worm, Madalena Barranco, Luiz Ramos, Marcos Santos entre outros.
A influência das cores
Na renascença a natureza das cores foi estudada por Leon Battista Alberti. Sendo este contemporâneo a Da Vinci, Alberti o influenciou. Leonardo Da Vinci reuniu informações e tudo virou um livro, o Tratado da pintura e da paisagem. Nele, Da Vinci afirmava que as cores eram uma propriedade da luz e o branco/preto eram extremos da luz. Em 1648, Isaac Newton conseguiu decompor uma face de luz e depois tornar a recompô-la por intermédio de lentes invertidas. No século XX, a Psicologia deduziu importantes conseqüências sobre a influência das cores no comportamento humano.
Branco: sugere pureza. Dá uma impressão de vazio e de infinito e evoca fresco, limpeza, principalmente quando combinada com o azul.Preto: silêncio, morte. Quando brilhante, indica nobreza, distinção e elegância. Cor preponderantemente masculina.
Cinza: expressa uma alma duvidosa e neutra. Simboliza a indecisão e a ausência de energia.
Vermelho: força, virilidade, masculinidade, dinamismo. Uma cor exaltante e até enervante. Uma cor quente, que transborda vida e agitação.
Laranja: transborda irradiação e expansão. É acolhedor, quente e íntimo.
Amarelo: uma cor luminosa e muito forte para atrair atenção, seja sozinha ou em conjunto de outras cores. É feliz, vibrante e viva.
Verde: cor universal da natureza. Exalta o frescor, harmonia e equilíbrio, uma cor calma. Quando mais amarelado sugere força ativa, em tons claros e escuros é sempre indiferente e calmo.
Azul: cor profunda. Preferida por adultos, marca uma certa maturidade. Quando sombrio, o azul clama o infinito. Quando mais claro, provoca uma sensação de frescura e higiene, principalmente junto do branco.
Roxo: pensamento meditativo e místico. Assim como o preto, remete nobreza e poder.
Marrom: dá a impressão de algo maciço, denso e compacto. Sugere segurança.
Rosa: é de pouca vitalidade e sugere a feminilidade e afeição. É uma cor íntima, de doçura melosa e romântica.
Azul e preto: transmitem antipatia e desvalorizam o conteúdo da mensagem, pela sensação de absurdo.Vermelho e azul: causam a sensação de força espiritual, requinte e delicadeza, sendo muito empregadas no apelo de vendas.
Vermelho e amarelo: criam sensações de insatisfações, contraste acentuado de calor e impetuosidade.
Amarelo e verde: produz a sensação de eficácia. Visualmente, porém, não é uma combinação agradável, causando a impressão de que “algo está faltando”.
Verde e vermelho: juntos inspiram a natureza, o estado primitivo e o equilíbrio entre frio e o calor.
Maria Claudia Cortes mostra nesse site o resultado de sua Dissertação de Mestrado em flash. Tem som, jogos, a possibilidade de misturar as cores e aconselho ir em Movies ver como cada cor é representada.
Fonte

O Ser Canhoto
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A preferência manual está dentro de um contexto muito amplo: a lateralidade, ou seja, a dominância de todo um lado do corpo. Assim, ser canhoto não é apenas escrever com a mão esquerda, mas também preferir todo o seu lado esquerdo, embora o canhoto não perceba isso nitidamente. O lado do cérebro mais desenvolvido - nos canhotos, o direito - está conectado a um número maior de nervos, que recebem todo tipo de informação sensitiva. Portanto, nesse lado preferido , a visão é mais aguda, a pele é mais sensível, os músculos respondem mais prontamente.
As escritas alfabéticas , de modo geral, indiscutivelmente favorecem os destros, porque correm da esquerda para a direita. Nessa direção, o canhoto cobre com a própria mão o que está escrevendo ou acaba torcendo o punho, segurando a caneta com a mão em forma de gancho.
Ser canhoto é fazer um esforço a mais para coisas tão banais do cotidiano que, na verdade, não deveriam exigir esforço algum. Saca-rolhas, torneiras, maçanetas - tudo o que gira, gira para a direita na ditadura dos destros.
Para aliviar o estresse o jeito é lembrar que, embora sejam minoria, os canhotos são pródigos em "colegas" notáveis. Entre os esquerdinhas famosos está gente de quilate bem pesado, como Albert Einstein, Marilyn Monroe, Michelangelo, Paul McCartney, Jimi Hendrix, Leonardo da Vinci, Napoleão Bonaparte e muitos outros.
Ouro do Jalapão
De quantos lugares você já ouviu falar no mundo que têm, ao mesmo tempo, dunas de areia, cânions, cachoeiras, e um capim que reluz como ouro? Resposta difícil? Especula-se que há 350 milhões de anos a região do Jalapão tenha sido fundo de um oceano. Mas por obra da natureza, entre os meses de setembro e novembro, seus campos ficam da cor de ouro. É a época da floração e da colheita do capim-dourado.
A arte originou-se no vilarejo de Mumbuca, TO, composto por remanescentes de antigos quilombos que ainda enfrentam sérios problemas sociais, como desnutrição e falta de saneamento básico e doenças, como a hanseníase. O artesanato, no entanto, está começando a melhorar a vida no local. Além disso, a demanda já é tão forte que a técnica hoje é difundida nas diversas vilas da região. Com isso começam a surgir as primeiras associações de produtores, tendo os turistas como principal mercado consumidor.Homens e mulheres da região vêm trocando a lavoura pelo artesanato. Artesanato que impressionou o estilista Alexandre Herchcovitch a ponto de ele exibir chapéus feitos de capim-dourado em seu desfile primavera-verão 2007, em Nova York.
Matéria publicada na edição 162 (março/2007) da ViverBem

Além de arrancar o capim pela raiz, os moradores usam o fogo para fazer a colheita. Alguns argumentam que isso ajuda o capim a crescer mais forte depois. Porém, não há estudos conclusivos sobre o assunto. Soma-se a isso outro fator: a linha usada para trançar o capim é extraída do chamado "olho do buriti" . Ou seja, é necessário abater um buriti inteiro para extrair-lhe a parte interior e fazer os fios usados no artesanato.
A alternativa econômica está começando a ajudar a população, uma das mais pobres de toda a região, mas precisa ser administrada com cuidado. Os estudos sobre o assunto agora concentram-se em entender o manejo auto-sustentável do capim. O segundo passo será conscientizar os produtores.
Fonte
Essa última peça em destaque é um colar confeccionado com pedras e capim-dourado, que recebi de presente do meu marido Marcos Santos e do meu filho Pedro.
O Chá Nosso de Cada Dia

A mais conhecida conta que a sua origem remonta desde há 5000 anos, na China, aquando do reinado do Imperador Sheng Nong, um governante justo e competente, amante das artes e da ciência e conhecido como o Curandeiro Divino. O Imperador, preocupado com as epidemias que devastavam o Império do Meio, decretou um edital que exigia que todas as pessoas fervessem a água antes de a consumirem.
Certo dia, quando o governador chinês passeava pelos seus jardins, pediu aos seus servidores que lhe fervessem água, enquanto descansava debaixo da sombra de uma árvore. Enquanto esperava que a água arrefece-se, algumas folhas vindas de uns arbustos caíram dentro do seu copo, atribuindo à água uma tonalidade acastanhada. O Imperador decidiu provar, surpreendendo-se com o sabor agradável. A partir deste momento ficou adepto do chá, induzindo o seu gosto ao seu povo.
Todo mundo sabe indicar um chazinho perfeito para diferentes males, com dicas "infalíveis" transferidas pelos mais velhos da família. Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), 80% da população utiliza remédios naturais ou faz uso da chamada medicina popular para tratar doenças. O que pouco se discute, no entanto, são os riscos da ingestão excessiva das infusões preparadas com ervas, que podem ir de uma dor de cabeça a danos em órgãos vitais.
Ao observar a falta de conhecimento sobre os efeitos adversos do consumo em excesso de plantas medicinais, o Instituto de Biociências da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Botucatu preparou uma cartilha para alertar sobre os principais efeitos colaterais das ervas mais consumidas na região.
Ela acredita que, além de não ter consciência dos perigos, a população não sabe como tirar o melhor proveito dos princípios ativos das plantas. Como exemplo, cita o urucum, que tem propriedades antioxidantes conhecidas, mas que, se levado à fervura, libera toxinas.
"Observamos que, por considerarem as plantas algo totalmente natural, imaginam que não há riscos", diz Maria José Queiroz de Freitas Alves, biomédica do Departamento de Fisiologia do Instituto de Biociências da Unesp de Botucatu, orientadora da pesquisa.
"Para utilizá-lo com segurança, é preciso deixá-lo em água fria por um tempo".Outro fator importante, quase sempre desconsiderado por quem busca os chás para tratamento, é a forma como a erva foi plantada.
"O tipo de solo interfere, assim como o uso de agrotóxicos e a época de colheita. E é preciso saber se é melhor usar a erva seca ou fresca, as folhas ou flores", explica Alves.
É o caso da erva-doce (Foeniculum vulgare), também conhecida como funcho, cujo efeito diurético é mais forte na infusão das folhas, de acordo com uma pesquisa realizada por Débora Vendramini, doutoranda do CPQBA (Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas) da Universidade Estadual de Campinas. Em geral, os chás são preparados com os frutos. No estudo realizado em ratos, o aumento da diurese foi de 144% quando a infusão foi preparada com as folhas, contra 20% no uso dos frutos.
A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) também constatou a necessidade de fornecer mais dados à população e prepara uma cartilha para ser divulgada no Estado do Rio de Janeiro. Foram consideradas para esse trabalho 20 das plantas mais citadas pelos vendedores de ervas do Mercado de Madureira, no Rio de Janeiro. "É uma loucura. Os "mateiros" descrevem inúmeras aplicações para uma mesma planta. E não há comprovação na literatura científica", diz Rosany Bochner, coordenadora do Sinitox (Sistema Nacional de Informações Tóxico-farmacológicas), ligado à fundação.
Conheça algumas das ervas citadas na Cartilha da Fiocruz e Unesp e alguns riscos previstos.
Para que haja maior controle no uso terapêutico das ervas, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) pretende lançar para consulta pública uma lista com 51 espécies de plantas que poderão ser comercializadas como ervas medicinais. A resolução regulamentará a notificação de espécies vegetais, com indicações terapêuticas baseadas na literatura científica. Como, até o momento, as ervas para chás comercializadas no país são regulamentadas como alimentos, não podem apresentar indicações terapêuticas nas embalagens.
Fractal

O termo foi criado em 1975 por Benoît Mandelbrot, matemático francês nascido na Polônia, que descobriu a geometria fractal na década de 70 do século XX, a partir do adjetivo latino fractus, do verbo frangere, que significa quebrar.
Um fractal (anteriormente conhecido como curva monstro) é um objeto geométrico que pode ser dividido em partes, cada uma das quais semelhante ao objeto original. Diz-se que os fractais têm infinitos detalhes, são geralmente auto-similares e independem de escala.

Os fractais são formas geométricas abstratas de uma beleza incrível, com padrões complexos que se repetem infinitamente, mesmo limitados a uma área finita. Mandelbrot, constatou ainda que todas estas formas e padrões, possuíam algumas características comuns e que havia uma curiosa e interessante relação entre estes objetos e aqueles encontrados na natureza.

Um fractal é gerado a partir de uma fórmula matemática, muitas vezes simples, mas que aplicada de forma iterativa, produz resultados fascinantes e impressionantes.
Existem duas categorias de fractais: os geométricos, que repetem continuamente um modelo padrão e os aleatórios, que são feitos através dos computadores.
Cecília Meireles
É considerada por muitos como uma das maiores poetisas da Língua Portuguesa.
Em 1993 foi atribuído o Prêmio Camões a Cecília Meireles.
Fonte: Poetas
Sua obra é extensa e muito admirada por adultos e crianças. Dentre tantas, escolhi a música "Canteiros" com letra baseada no poema "Marcha"de Cecília, interpretada por Fagner, como contribuição para a coletiva "Hoje é Dia de Cecília", idealizada por Leonor Cordeiro e hospedada no blog "Na Dança das Palavras..."
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Caipirinha
Como assim? Será que é uma publicação para ser colocada em DO?
Para quem não sabe a Caipirinha tem critérios definidos na legislação, no Decreto nº 4.851, de 2003, o parágrafo 4 dizendo o seguinte:
Caipirinha é a bebida típica brasileira, com graduação alcoólica de quinze a trinta e seis por cento em volume, a vinte graus Celsius, obtida exclusivamente com cachaça, acrescida de limão e açúcar.
O Ministério da Agricultura resolveu ensinar aos apreciadores de bebidas alcoólicas a preparar uma autêntica caipirinha, bebida feita à base de cachaça, limão e açúcar, e que é capaz de alegrar até os mais preocupados com os rumos da economia brasileira em tempos de crise mundial.Para o Ministério, não basta misturar os três ingredientes aleatoriamente. É preciso ter critérios, como deixa claro o artigo 4º da Instrução Normativa (IN) 55, publicado em Diário Oficial da União e assinada pelo ministro Reinhold Stephanes.
Para o ministério, só será definida como caipirinha "a bebida preparada por meio de processo tecnológico adequado que assegure a sua apresentação e conservação até o momento do consumo".
Também foram detalhadas as características de cada um dos ingredientes. "O açúcar aqui permitido é a sacarose - açúcar cristal ou refinado -, que poderá ser substituída total ou parcialmente por açúcar invertido e glicose, em quantidade não superior a cento e cinqüenta gramas por litro e não inferior a dez gramas por litro, não podendo ser substituída por edulcorantes sintéticos ou naturais", ensina o governo.
O limão utilizado poderá ser adicionado na forma desidratada e deverá estar presente na proporção mínima de um por cento de suco de limão, lembra a IN. Mas não vale qualquer limão: "com no mínimo cinco por cento de acidez titulável em ácido cítrico, expressa em gramas por cem gramas". Para aqueles que não têm o hábito de consumir caipirinha, o governo abre a brecha para um refresco. "Ingrediente opcional - água".
Ainda segundo o ministério, a bebida alcoólica e não alcoólica utilizada na elaboração da batida deverá atender ao seu respectivo padrão de identidade e qualidade definido na legislação vigente.
Portanto, se você prepara sua Caipirinha fora desses critérios normativos, não é a Caipirinha Brasileiríssima e sim uma bebida Cover. Aqui a coisa é muito séria, estão pensando o quê?O Perfume
A menção da palavra “perfume” normalmente acende no fundo dos nossos pensamentos um canhão de luz sobre um estereótipo: “um pequeno frasco, quase sempre de uso feminino”. Tudo bem, muitas mulheres e homens têm frascos de perfumes entre seus objetos de cuidado pessoal. Mas existem muito mais que mistérios e sedução nessa nuvem invisível que chamamos de perfume.

O ser humano é capaz de perceber mais de 10 mil diferentes odores, cada qual definido por uma estrutura química diferente. Mas como reconhecemos os cheiros? Segundo Sérgio Inglez de Sousa, que publicou quatro livros e tem quase 40 anos de experiência no assunto, o aroma está intimamente ligado à história de vida de cada um.
Cleópatra, última rainha do Egito, representa o símbolo da sedução com seus rituais perfumados. Além de conquistar o coração do general romano Marco Antônio, conseguiu dele a promessa de uma aliança com Roma. Ao que parece, ela era muito mais atraente do que propriamente bonita, e sabia, acima de tudo, como perfumar-se.
Paralelo ao desenvolvimento do perfume, segue a criação de seu frasco. Em um comércio que lida com os sentidos a embalagem deve ser para os olhos, o que seu conteúdo representa para os narizes. Baseado nisso, o perfumista francês François Coty, no início do século XX cunhou a máxima: “O perfume é a sua embalagem”.
Novos materiais e métodos de produção levaram a um mercado de frascos que movimenta US$ 1 bilhão por ano. Designers especializados tornaram-se profissionais cada vez mais valorizados. Uma criação pode sair em torno de US$ 20 mil. Isso se a obra de arte não for assinada por uma das lendas do ramo como Pierre Dianand, Serge Mansau ou Karim Rashid, aí os preços serão estratosféricos. Graças a esses vultosos investimentos, entrar numa grande loja de perfumes hoje é como visitar uma galeria de arte. Para criar o frasco do Malbec, por exemplo, O Boticário convidou o francês Alain de Mourgue que desenhou uma embalagem que faz lembrar, é claro, uma garrafa de vinho.
Se o presente da perfumaria brasileira está um mar de rosas, o futuro promete ser um oceano de aromas tropicais. É a aposta da empresa brasileira Natura que tem investido em pesquisas de fontes regionais de essência e já abriu um centro na França para levar o aroma nacional ao país que dita as tendências do setor. Dono de uma biodiversidade gigantesca, o Brasil sempre teve matéria-prima de sobra para a criação dos mais variados cheiros.
Então, agora sabendo que você contribui fortemente com a indústria de cosméticos brasileira, nos conte, qual ou quais são os seus perfumes preferidos?
Fonte: Com Ciência
Casamento e lua de mel no espaço

Richard Banson, dono da Virgin Galactic, afirmou ao site que a empresa vem sendo inundada por perguntas de casais que querem ser os primeiros a fazer sexo no espaço. A intenção de muitos é entrar para o Guinness Book, o Livro dos Recordes.
No Brasil, a agência Grande São Paulo Turismo (GSPTur) faz a intermediação do negócio. As primeiras aeronaves espaciais - SpaceShipTwo e WhiteKnightTwo - estão em fase final de construção e devem ser entregues ainda nesse ano. As viagens já estão sendo comercializadas para início em 2010, após 18 meses de teste.
Ainda conforme o Yahoo!, a empresa japonesa de eventos First Advantage e a companhia aeroespacial americana Rocketplane abriram reservas desde julho para um serviço que oferece cerimônias de matrimônio no espaço.
Por US$ 2,4 milhões (cerca de R$ 4,2 milhões), no vôo, de uma hora, se realiza o casamento a 100 quilômetros da superfície terrestre, em uma aeronave que combina características de avião e foguete. O casal pode levar outras duas pessoas, além do padre. A empresa oferece um salão especial para os demais convidados, que assistirão ao vivo as imagens da cerimônia. Os primeiros casamentos estão previstos para 2011.
Incrivelmente Divino...
"Theobroma", do grego, quer dizer "alimento dos deuses". Este é o nome de batismo do chocolate. O batismo aconteceu em meados do século 18. O padrinho foi Carlos Linnaeus, um botânico sueco que conhecia muito bem a trajetória do chocolate através da história dos povos.Vítimas de sua própria lenda, eles crêem que Cortez é a reencarnação do bondoso deus Quetzalcoatl. Acontece que 1519 coincidia com o ano de "um cunho", no calendário asteca - o ano que Quetzalcoatl prometera voltar.
Um ano depois, Cortez responde com traição a acolhida que recebera do povo asteca. Prende o imperador Montezuma atrás das grades e invade suas terras. Tanto Montezuma quanto seu sucessor são assassinados pelas tropas de Cortez e o México passa a ser colônia espanhola, permanecendo nesta situação por trezentos anos.
Os monges davam-no para provar aos visitantes de outros países. Os marinheiros, como ouviam falar dele, ao capturar uma fragata espanhola desembarcavam as sementes de cacau e as levavam às suas terras. Rapidamente, espalham-se plantações de cacau pela Europa, América do Sul e Índias. O chocolate se converte em bebida universal.
A RAINHA GULOSA
A DEMOCRATIZAÇÃO DO CHOCOLATE
Em 1765, um médico, James Barker de Dorchester, se associa a um fabricante de chocolate recém-chegado da Irlanda, John Honnon, e funda a primeira fábrica de chocolate dos EUA: a Companhia Barker. Naquela época, o chocolate já podia ser consumido temperado com cravo ou almíscar, dissolvido em vinho ou leite quente e adoçado com açúcar. Ele começa a ser aperfeiçoado e surgem novidades.
OS SOLDADOS NÃO RESISTIAM
As condições climáticas, a topografia e o solo baiano eram propícios à cultura do cacau, por esta razão, a região de Ilhéus acabou se tornando uma poderosa produtora.
A História da Páscoa
História do Coelho e dos Ovos de Páscoa

De qualquer forma, essa tradição atravessou séculos e o ovo passou a simbolizar a Páscoa, como a origem da vida e do homem. Para os povos ocidentais (esta é uma das versões mais aceitas), o costume dos ovos de Páscoa teria sido trazido por missionários que visitaram a China, onde há muitos séculos já existia o hábito de se presentear os amigos com os ovos cozidos e coloridos, na Festa da Primavera do Hemisfério Norte, exatamente na época em que se comemora a Páscoa. Os ovos eram enfeitados, a partir do cozimento com ervas que soltavam tintas fortes, entre as quais a fruta do tojo (que lhes dava uma cor amarelada), a beterraba e a casca da cebola.
Na evolução do costume de se presentear na Páscoa com ovos, durante algum tempo eles foram feitos de açúcar e enfeitados. Até que em 1828, mais ou menos quando começa a se desenvolver a indústria do chocolate, nasce o moderno ovo de Páscoa. Os primeiros eram de chocolate escuro, recheados, mas bastante simples. A evolução rápida e o refinamento atingem o auge nas décadas de 1830 e 40, quando os ovos chegam a alcançar tamanhos gigantescos e são super decorados. Já aí, à tradição da Páscoa está aliado um novo elemento, o chocolate, como fonte de alimento de alto valor nutritivo e energético, por conter hidratos de carbono, gorduras, proteínas, sais minerais e vitaminas.
Novo Milênio
Na faixa ao lado, confira duas dicas do "Chef Alecrim" para sua sobremesa de Páscoa.

Denise BC
O Povo dos Sambaquis
Sambaqui: do tupi tamba'kï; literalmente "monte de conchas"

Os sambaquis nos provam a existência de comunidades de caçadores e coletores, os quais, consumiam os moluscos, para depois amontoar suas cascas para morar sobre elas, já que constituíam um lugar alto e seco.
No interior dos sambaquis foram encontrados vestígios de fogueiras, instrumentos cortantes, amoladores, restos de mamíferos, além de ossos de peixes, répteis e baleias.
Sabe-se, portanto, que este povo, que viveu há mais de 1.500 anos atrás, já produzia machados de pedra polida, ornamentos de conchas, instrumentos feitos de ossos de animais e zoólitos ou pequenas peças esculpidas em pedra representando animais.
Foram ainda encontradas ossadas humanas, depositadas com seus pertences, o que nos leva a acreditar que os sambaquis também eram usados como Monumentos Funerários.
Ocupação após ocupação, passou-se milênios, o que fez com que os amontoados de moluscos alcançassem alturas fantásticas. O Estado de Santa Catarina possui o maior sambaquis do mundo, espalhados pelo seu litoral, de norte a sul. Esses sambaquis chegaram a ter centenas de metros de extensão por 25 metros de altura e idade aproximada de 5.000 anos.
O povo dos sambaquis ignoravam a olaria, a agricultura, a domesticação normal de qualquer espécie, mesmo o cão, que os índios atuais conhecem. Vivia principalmente da pesca e da apanha, e muito pouco da caça. Não possuindo instrumentos mais potentes de arremesso, talvez nem mesmo o arco e a flecha, a caça de animais grandes, como o tapir, a onça, certamente por meio de armadilha.
Como o alimento era muito abundante no litoral, esse povo não precisava ficar se deslocando como os do interior. Só deveriam ter o cuidado de escolherem lugares elevados, próximos da praia, onde tivessem também alguma fonte de água doce e daí estabeleciam-se por anos, ou até séculos.
Entre as características físicas mais marcantes deste povo está nas diferentes alturas dos esqueletos de homens, com uma média de 1,60m, e de mulheres, com 1,50m, ambos vivendo 30 a 35 anos em média.
O tórax e membros superiores bem desenvolvidos levam a crer que os indivíduos eram bons nadadores e provavelmente remadores de canoas. Tal suposição é apoiada também pela presença de restos de peixes de espécies como a garoupa e miragaia, típicas de regiões mais profundas e com pedras que, para serem capturadas, exigiria que o pescador se deslocasse da beira da praia.
Outra característica importante é o desgaste de algumas regiões da arcada dentária, que aponta o costume deste povo consumir alimentos duros e abrasivos.
Apesar do número de sambaquis existentes no Brasil não ser consenso entre os arqueólogos, é possível que possam passar de mil, com idades que variam de 1,5 mil a 8 mil anos, sendo que a maioria tem cerca de 4 mil anos.
No Brasil, o estudo científico dos sambaquis é relativamente recente e mesmo em toda a América do Sul poucas são as análises, que foram seriamente estudadas. Além disso, muitos sítios arqueológicos já foram danificados.Muitos sambaquis foram destruídos pela exploração inconseqüente das pessoas. A cultura sambaqui desapareceu misteriosamente há quase 1.000 anos. Acredita-se que foram exterminados pelos tupis ou aculturado por eles.
Os sambaquis constituem o alicerce básico para entendermos a cultura de um longínquo período da evolução do homem, por isso é tão importante a sua preservação.
SAMBAQUIS
Poema de Antonio Miranda
(a partir da exposição ANTES - HISTÓRIAS DA PRÉ-HISTÓRIA- do Centro Cultural Banco do Brasil)
Que povos soterrados
que línguas extintas
que marcas imanentes
povoam as cavernas
de paredes ardentes
de fogo e vivência
nos vestígios rupestres
em São Raimundo Nonato?
Que vozes ressoam
com os ventos passantes entre ruínas reluzentes
de nossos antepassados
na Serra da Capivara?
Que nos revelam
as cerâmicas silentes
dos povos marajoaras
desaparecidos, ausentes?
Verdadeiramente
de onde vieram?
De muitas partes
certamente.
Quando? Por onde?
De períodos remotos
por caminhos ignotos.
De quem eram as ossadas
sepultadas em urnas funerárias
em sambaquis enterrados?
Que relações com povos andinos
com civilizações asiáticas
com homens pré-históricos?
Que palavras permaneceram
daquelas línguas isoladas
esquecidas, deformadas
pelo tempo ou dizimadas
pela civilização?
Que dizem as pinturas
e figuras das cariátides
de Santarém?
Que cerimônias ensejavam?
Que pensavam e sonhavam
que costumes havia
como sobrevivia no cotidiano
o homem destas paragens
dez, dez mil, trinta mil
anos atrás?
Que história haveria
na pré-história
e que desvenda
a sua arqueologia?
Cabral surpreendeu-se com ossos
nos lábios dos indígenas – os tambetás- sem entender as origens
e nenhum significado.
E os muiraquitãs zoomorfos
a que serviam?
Que Champollion haverá de decifrar
os hieroglifos
da pedra lascada do Ingá?
Que mitos, que ritos
revelam os grafismos
e antropomorfismos de Maracá?
Que imagens ainda guardamos
nas faces errantes
que traços antigos
sobrevivem na gente?






















