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A invasão das formigas

Elas estão por toda parte, começam com uma aparição solitária, depois uma, mais uma e com um olhar mais atento percebo a invasão do pequeno exército de formigas. Passeiam por toda cozinha e área de serviço: desfilam sobre a mesa, na bancada da pia, pelas paredes, entram e saem das tomadas, atacam a dispensa de alimentos, o microondas, a lava-roupas, lixeira e vai... não há limites para essas tais criaturas.

Sei da importância de sua existência para a biodiversidade, mas nesse exato momento estou histérica, não me importando tanto com esse contexto, só penso em uma maneira eficaz de exterminá-las definitivamente do meu lar.

Já li em algum site que em casa que têm formigas não existem baratas, porque as mesma comem o ninho das "lacucaratias". Imaginem se isso me serviu de consolo, não quero saber de uma, nem de outra em minha casa.
São numerosas e insistentes mas não irão me vencer. Ou Eu ou Elas.
As formigas são amigáveis, bonitinhas, pequenas, não fazem mal. Podem até ajudar a manter a limpeza nas áreas onde estão instaladas. Tudo isso é puro mito! As formigas domésticas são tão ou mais perigosas para a saúde que as baratas. O problema é cultural: elas não causam o mesmo asco e temor, porque são pequenas e não têm aspecto nojento. No entanto, elas têm a mesma capacidade de contaminar alimentos e ambientes com agentes patogênicos que as baratas e são ainda mais difíceis de serem eliminadas.

Pesquisando na internet um método eficaz de eliminar esse problema de forma que não afete ou agrida a saúde da minha família, como o uso de inseticidas ou outras químicas venenosas, encontrei essas dicas que me agradaram. Vou experimentar! Embora esteja aberta a outras sugestões, só não exagerem por favor, porque tenho o coração mole.

Medidas preventivas para controle de formigas domésticas
1 - Recolher restos de alimentos e qualquer outro tipo de lixo em recipientes adequados. Deixe os ambientes limpos, as embalagens de alimentos fechadas e não deixe louças na pia sem lavar.
2 - Vedar frestas de pisos, azulejos, portais e de outros locais que ofereçam condições de abrigo para as formigas.
3 - Não acumular madeira em locais úmidos.
4 - Observar a presença de formigueiros em vasos de plantas e jardineiras.
Para tirar as formigas do jardim seque as folhas do tipo pimenta, quebre-as em pequenos pedaços e espalhe pelo jardim.
5 - Excluir a prática de fazer pequenos lanches na mesa de trabalho, protengendo os teclados dos computadores das migalhas de pão, biscoitos, etc...
6 - Para descobrir de onde elas vêm, deixe iscas atrativas como mel e bolo em tampas de plástico nos cômodos infestados.
Espere duas horas e observe de onde elas vêm e para onde vão.
Descoberta a trilha, feche com massa o buraco usado para entrada e saída.
7 - Vãos da parede ou instalação elétrica, a melhor maneira de atacá-las é aplicar inseticida em pó seco.
Se usar isca tóxica, as melhores são aquelas que não matam por contato, mas sim quando ao entrar nociclo alimentar da colônia.
8 - Se souber de onde as formigas estão vindo, espalhe hortelã seca, ao longo de sua trilha;
9 - Para espantar formigas em armários use fumo picado, cravo da índia, limão, murcho ou coentro.
10 - Plante hortelã perto de portas e janelas;
11 - Identifique os buraquinhos por onde elas saem e tape-os com pedaços de sabão .
12 - Para espantar as formigas do açucareiro coloque pedaços de limão dentro do açucareiro.
Fonte

Encontrei um método alternativo, mas acho pouco provável que funcione.

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Exercício aeróbico - Caminhada

Os benefícios da caminhada

O hábito de andar reflete positivamente no corpo e na mente



A caminhada é a mais versátil e democrática das atividades físicas. Pode ser praticada por quem está acima do peso ou é malhadora, seja na praia, na rua, na academia ou na sua casa. E também não requer prática, afinal você a aprendeu nos primeiros anos de sua vida.

Praticá-la diariamente por 30 minutos, cinco vezes por semana, é o mínimo para escapar do grupo dos sedentários e se prevenir dos principais males que acometem a humanidade: obesidade, doenças cardiovasculares e diabetes. De quebra, você conquista um bem-estar esplêndido.

Animação e “pé na estrada”. Lembre-se de antes de começar uma atividade física, mesmo a caminhada, é necessário fazer uma avaliação médica.

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- Emagrece. A caminhada aliada a uma boa alimentação pode ajudar a emagrecer, já que é um exercício aeróbio. Queima calorias e, conseqüentemente, ajuda no controle do peso.

- Auxilia no controle do colesterol e da diabete. A caminhada propicia um melhor condicionamento cardiovascular e pode ajudar a reduzir as taxas de colesterol ruim (LDL e o VLDL). Além disso, pode reduzir os níveis de glicose e melhorar a ação da insulina no corpo.

- Melhora o humor. Deixa a pessoa mais vigorosa e ativa, pois garante a oxigenação do cérebro e, se feito com freqüência, libera a endorfina, que também é chamado de hormônio do bem estar, promovendo uma sensação de prazer, disposição e uma maior animação para a vida. Além disso, você pode usar o tempo da caminhada para refletir sobre seus projetos, sua vida.

- Deixa os ossos mais fortes. As atividades físicas tornam os ossos mais fortes, especialmente a caminhada, já que o grande trabalho se dá nos membros inferiores que sustentam todo o peso do corpo.

- Fortalece os músculos. Fortalece principalmente os músculos dos membros inferiores e isso pode contribuir, inclusive, a ter uma postura melhor, corrigindo aqueles vícios de má postura e sendo vital para quem sente dores na coluna. É importante ficar atento para a forma correta de se caminhar.

- Melhora a respiração. A caminhada contribui para estimular os pulmões e isso, juntamente com outros benefícios, melhora o condicionamento físico e conseqüentemente, melhora a respiração, já que oxigena as células do corpo.

- Aumenta a circulação do sangue. Isso contribui para o controle da hipertensão arterial e também para diminuição do risco de varizes.

- Melhora a imunidade do corpo. Exercícios feitos regularmente influenciam na imunidade do organismo.

- Ajuda a dormir melhor. A caminhada, assim como a maioria das atividades físicas, pode contribuir para uma boa noite de sono, inclusive para aquelas pessoas que possuem problemas de insônia.

- Diverte. Isso mesmo! Depois que a caminhada torna-se um hábito, você se diverte praticando-a, além de poder fazer novas amizades “de caminhada” e faz você se sentir mais relaxada e mais animada para as outras tarefas da sua vida.

Agora é com vocês, eu já comecei, sigam-me.

Fontes: A - B

Agrotóxicos

3 de dezembro, é o Dia Internacional pelo Não Uso de Agrotóxicos, com o tema “trabalho saudável no campo e comida saudável na cidade”.


A data foi escolhida por lembrar a morte de milhares de pessoas em uma catástrofe no Bhopal, na Índia, onde, em 1984, 27 mil toneladas de gás tóxico escaparam de uma fábrica da norte-americana Union Carbide, no que é tido como o maior desastre químico da história.

Agrotóxicos são produtos químicos utilizados para combater pragas. Também são chamados de praguicidas, pesticidas, defensivos agrícolas, agroquímicos ou biocidas.

Nunca é demais lembrar que esses produtos altamente letais são a base dos agrotóxicos que, como se sabe, prosseguem em níveis inaceitáveis nos hortifruti brasileiros, conforme estudos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).


Tomate, morango e alface são produtos com mais resíduos agrotóxicos. Levantamento do Ministério da Saúde mostra que mais de 40% das amostras de tomate, morango e alface analisadas em 2007 pelo Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos continham índices de contaminação por agrotóxicos acima do permitido pela lei.

O caso mais grave foi o do tomate. Técnicos do ministério encontraram em amostras do produto monocrotofós, substância que teve o uso proibido no Brasil em novembro de 2006, em razão de sua alta toxicidade. De acordo com o levantamento, 44,72% das amostras continham excesso de agrotóxicos.

Na produção de tomate de mesa também foi detectada a presença de metamidofós, agrotóxico autorizado apenas para a cultura de tomate industrial (plantio rasteiro). A substância também foi encontrada em morangos e alface, produtos para os quais seu uso é vetado.

Trocar alimentos “convencionais” pelos orgânicos e escolher os produtos certos, na estação certa, contribui para uma alimentação livre de produtos químicos. Entenda a melhor forma de fazer isso.

Novos estudos científicos confirmam: os alimentos orgânicos são mais saudáveis que aqueles produzidos com agrotóxicos. A oferta desses produtos em feiras livres e supermercados deixou de depender exclusivamente de pequenos agricultores e ganhou escala industrial.

O Brasil tem a sexta maior área agrícola do mundo destinada à produção orgânica, segundo a Organics Brasil, organização que promove exportações do setor. A maior parte dessa produção – que inclui soja, sucos, açúcar, castanhas e cachaça – é exportada. No varejo nacional, as frutas e hortaliças ainda são os itens mais procurados entre os orgânicos, e não costumam substituir completamente os convencionais. Para o bolso do brasileiro, esses produtos são caros. Uma fruta orgânica pode ter preço duas a três vezes maior que o de sua versão com agrotóxicos.

Sob a orientação da Embrapa, centro de pesquisa agrícola do governo, os agricultores aderem voluntariamente a um programa de manejo de pragas sem o uso indiscriminado de defensivos agrícolas prejudiciais ao meio ambiente e à saúde dos roceiros. Os produtos desse sistema de plantio serão identificados pela sigla PIN (de Produção Integrada) e por um selo do Inmetro (abaixo, uma lista de produtos e os riscos específicos que o uso de agrotóxicos em seu cultivo acarreta para o consumidor).

Saiba um pouco mais sobre sua alimentação



1. TOMATE - O tomateiro adoece facilmente. Daí o uso intensivo de defensivos químicos no cultivo de larga escala e a alta dose de resíduos tóxicos. O orgânico e o tipo cereja são mais resistentes a pragas e levam menos agrotóxicos.

2. CENOURA - Bactérias, fungos e vermes contaminam a cenoura debaixo da terra. A maior parte do agrotóxico fica na casca. Descascar a cenoura a livra de 90% dos resíduos – mas também de nutrientes importantes.

3. ALFACE - No sistema convencional, a alface é pulverizada com produtos químicos agrícolas várias vezes. A Anvisa achou resíduos químicos indevidos em 28,68% das amostras de alface – daí a vantagem da versão orgânica.

4. MORANGO - Outra planta que atrai pragas e doenças, o que leva ao uso abusivo de defensivos agrícolas. Um morangueiro pode receber 45 pulverizações até a colheita. Na análise da Anvisa, 37,68% das amostras tinham resíduos inadequados.

5. MAÇÃ - Os pesticidas aplicados à macieira podem atravessar a casca fina e chegar à polpa da fruta. As maçãs do Sistema de Produção Integrada, com a marca PIN, têm 25% menos pesticidas que as convencionais.

6. GOIABA - Ainda mais sujeita ao ataque de pragas que as demais frutas. A versão orgânica é rara e pode conter larvas. O sistema de Produção Integrada ainda estuda um projeto-piloto para a fruta.

7. UVA - Segundo a Embrapa Uva e Vinho, o sistema de produção de uvas praticado atualmente é dependente do uso de defensores agrícolas, ainda mais em clima tropical. As versões orgânicas e com a marca PIN têm menos resíduos.

8. PÊSSEGO - A época ideal de cultivo do pêssego é de novembro a janeiro. Fora desse período, a fruta costuma ter mais agrotóxico. A versão orgânica é escassa em supermercados, mas é encontrada em algumas feiras do ramo.

Fontes: A - B - C

O Chá Nosso de Cada Dia

Existem muitas lendas e mitos no que respeita à origem do chá.


A mais conhecida conta que a sua origem remonta desde há 5000 anos, na China, aquando do reinado do Imperador Sheng Nong, um governante justo e competente, amante das artes e da ciência e conhecido como o Curandeiro Divino. O Imperador, preocupado com as epidemias que devastavam o Império do Meio, decretou um edital que exigia que todas as pessoas fervessem a água antes de a consumirem.

Certo dia, quando o governador chinês passeava pelos seus jardins, pediu aos seus servidores que lhe fervessem água, enquanto descansava debaixo da sombra de uma árvore. Enquanto esperava que a água arrefece-se, algumas folhas vindas de uns arbustos caíram dentro do seu copo, atribuindo à água uma tonalidade acastanhada. O Imperador decidiu provar, surpreendendo-se com o sabor agradável. A partir deste momento ficou adepto do chá, induzindo o seu gosto ao seu povo.

Todo mundo sabe indicar um chazinho perfeito para diferentes males, com dicas "infalíveis" transferidas pelos mais velhos da família. Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), 80% da população utiliza remédios naturais ou faz uso da chamada medicina popular para tratar doenças. O que pouco se discute, no entanto, são os riscos da ingestão excessiva das infusões preparadas com ervas, que podem ir de uma dor de cabeça a danos em órgãos vitais.

Ao observar a falta de conhecimento sobre os efeitos adversos do consumo em excesso de plantas medicinais, o Instituto de Biociências da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Botucatu preparou uma cartilha para alertar sobre os principais efeitos colaterais das ervas mais consumidas na região.


"Observamos que, por considerarem as plantas algo totalmente natural, imaginam que não há riscos", diz Maria José Queiroz de Freitas Alves, biomédica do Departamento de Fisiologia do Instituto de Biociências da Unesp de Botucatu, orientadora da pesquisa.
Ela acredita que, além de não ter consciência dos perigos, a população não sabe como tirar o melhor proveito dos princípios ativos das plantas. Como exemplo, cita o urucum, que tem propriedades antioxidantes conhecidas, mas que, se levado à fervura, libera toxinas.
"Para utilizá-lo com segurança, é preciso deixá-lo em água fria por um tempo".
Outro fator importante, quase sempre desconsiderado por quem busca os chás para tratamento, é a forma como a erva foi plantada.
"O tipo de solo interfere, assim como o uso de agrotóxicos e a época de colheita. E é preciso saber se é melhor usar a erva seca ou fresca, as folhas ou flores", explica Alves.

É o caso da erva-doce (Foeniculum vulgare), também conhecida como funcho, cujo efeito diurético é mais forte na infusão das folhas, de acordo com uma pesquisa realizada por Débora Vendramini, doutoranda do CPQBA (Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas) da Universidade Estadual de Campinas. Em geral, os chás são preparados com os frutos. No estudo realizado em ratos, o aumento da diurese foi de 144% quando a infusão foi preparada com as folhas, contra 20% no uso dos frutos.

A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) também constatou a necessidade de fornecer mais dados à população e prepara uma cartilha para ser divulgada no Estado do Rio de Janeiro. Foram consideradas para esse trabalho 20 das plantas mais citadas pelos vendedores de ervas do Mercado de Madureira, no Rio de Janeiro. "É uma loucura. Os "mateiros" descrevem inúmeras aplicações para uma mesma planta. E não há comprovação na literatura científica", diz Rosany Bochner, coordenadora do Sinitox (Sistema Nacional de Informações Tóxico-farmacológicas), ligado à fundação.

Conheça algumas das ervas citadas na Cartilha da Fiocruz e Unesp e alguns riscos previstos.

Para que haja maior controle no uso terapêutico das ervas, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) pretende lançar para consulta pública uma lista com 51 espécies de plantas que poderão ser comercializadas como ervas medicinais. A resolução regulamentará a notificação de espécies vegetais, com indicações terapêuticas baseadas na literatura científica. Como, até o momento, as ervas para chás comercializadas no país são regulamentadas como alimentos, não podem apresentar indicações terapêuticas nas embalagens.

Fonte

Outubro Rosa

O Outubro Rosa nasceu há dez anos nas Cidades de Yuba e Lodi, na Califórnia (EUA). Desde então, vários outros lugares do mundo vêm aderindo ao movimento, que tem como objetivo conscientizar as mulheres sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama, enfermidade que vai afetar a vida de mais de 49 mil brasileiras até o final deste ano.


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Durante um mês, várias ações de conscientização voltadas ao grande público lembram as mulheres da luta global contra o câncer de mama. Palestras, eventos, estandes instalados em locais de grande circulação, distribuição de material informativo, são algumas delas
.


A cada ano 8 milhões de pessoas em todo planeta recebem diagnóstico de câncer de mama e que uma em cada três mulheres tem, tiveram ou terão algum tipo de câncer em sua vida e, destas, uma em cada dez desenvolverá câncer de mama.

Suas informações e a divulgação das novidades sobre o tema podem significar o diagnóstico e o tratamento precoce de uma - ou mais - destas mulheres.
Em nosso país 10 mil mulheres morrem em decorrência do câncer de mama por ano. O INCa (Instituto Nacional do Câncer) estima que são 49 mil casos por ano, o que seria equivalente a 134 novos casos por dia e 5 novos casos por hora.

Mitos e verdades

Links informativos

Fiquem atentas!!! e aos maridos, noivos e namorados cobrem de suas companheiras os exames periódicos, estimule-as.

O auto-exame é importante, mas é preciso fazer mamografia a partir dos 40 anos - 30 se tiver casos da doença em parentes muito próximos.

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Equoterapia

É um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar, nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas com deficiência e/ou com necessidades especiais.


Ela emprega o cavalo como agente promotor de ganhos físicos, psicológicos e educacionais.

Esta atividade exige a participação do corpo inteiro, contribuindo, assim, para o desenvolvimento da força, tônus muscular, flexibilidade, relaxamento, conscientização do próprio corpo e aperfeiçoamento da coordenação motora e do equilíbrio.


A interação com o cavalo, incluindo os primeiros contatos, o ato de montar e o manuseio final, desenvolve novas formas de socialização, autoconfiança e auto-estima.


Histórico evolutivo da equoterapia


A utilização do cavalo na área de saúde e tão antiga quanto à própria história da medicina. Sua origem data da Grécia Antiga, onde Hipócrates refere à equitação como fator regenerador da saúde em seu livro "Das Dietas".

Na era moderna, um dos primeiros indícios de sua utilização verificaram-se na França, em 1965, quando médicos parisienses interessaram-se em seu estudo. A Primeira Guerra Mundial foi um fator que contribuiu para o desenvolvimento da Equoterapia. Muitos soldados, acometidos com a guerra, foram motivados em sua reabilitação com esse tratamento.


Atualmente, a Equoterapia é considerada uma técnica de auxilio à terapia convencional e é praticada em mais de trinta países.

No Brasil a Associação Nacional de Equoterapia (ANDE) introduziu o trabalho em 1989, em Brasília. A Equoterapia foi reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina em 09/04/1997 sendo incorporada ao arsenal de métodos e técnicas direcionadas aos programas de reabilitação de pessoas com necessidades especiais.


A Equoterapia exige a participação do corpo inteiro do praticante, contribuindo assim para seu desenvolvimento global. Ao deslocar-se durante o passo, o cavalo produz movimentos em seu dorso que são transmitidos ao cavaleiro através do alinhamento dos centros gravitários (praticante e animal), ocorrendo deslocamentos contínuos, tridimen-sionalmente, ou seja, para cima e para baixo, para frente e para trás, para um lado e para o outro. A ação cinética e dinâmica realizada pelo cavalo exige do praticante movimentos de antecipação, orientação e adaptação que envolvem o sistema nervoso a nível neuromotor e neuropsíquico.


A Equoterapia pode ser considerada um conjunto de técnicas reeducativas e reabilitativas que atuam para superar danos sensorio-motores, cognitivos e comportamentais.


Benefícios Neuromotores

. Melhora do equilíbrio

. Ajuste tônico

. Alinhamento corporal

. Melhora da coordenação motora

. Força muscular

. Consciência corporal

. Organização espaço-temporal

. Funcionalidade


Benefícios Psicosociais

. Melhora da concentração para a realização das atividades

. Iniciativa

. Auto-estima

. Auto-controle

. Auto-confiança

. Independência

. Maior interação social


A palavra EQUOTERAPIA foi criada pela ANDE-BRASIL, para caracterizar todas as práticas que utilizem o cavalo com técnicas de equitação e atividades eqüestres, objetivando a reabilitação e/ou educação de pessoas com deficiência ou com necessidades especiais.





Fotos - Pedro/2002 (meu filho)

Local - Haras Pegasus/RJ


Quais são seus princípios e fundamentos?

Toda atividade equoterápica deve se basear em fundamentos técnico-científicos.

O atendimento equoterápico só poderá ser iniciado mediante parecer favorável em avaliação médica, psicológica e fisioterápica.

As atividades equoterápicas devem ser desenvolvidas por equipe multiprofissional com atuação interdisciplinar, que envolva o maior número possível de áreas profissionais nos campos da saúde, educação e equitação.


A segurança física do praticante dever ser uma preocupação constante de toda a equipe, tendo em vista:

1. o comportamento e atitudes habituais do cavalo e às circunstâncias que podem vir a modificá-los, como por exemplo uma bola arremessada ou um tecido esvoaçando, nas proximidades do animal;

2. a segurança do equipamento de montaria, particularmente correias, presilhas, estribos, selas e manta;

3. à vestimenta do cavaleiro, principalmente nos itens que podem trazer desconforto ou riscos de outras naturezas;

4. o local das sessões onde possam ocorrer ruídos anormais que venham assustar os animais.


Mais informações sobre Equoterapia, veja aqui.



Dia Mundial sem Tabaco


Tema da blogagem coletiva: “Campanha anti-tabaco.”

Quem propôs: “Nando Damázio & Nana”

Como participar: O objetivo é dialogar sobre o “Tabagismo” e seus males, visando conscientizar seus leitores e formar opinião em quem não tiver alguma.

Acesse o blog do Nando, confirme sua participação e pegue o selinho para divulgação!


Assista o vídeo abaixo e participe dessa campanha.





Dia Mundial sem Tabaco

A Organização Mundial da Saúde (OMS) escolheu o tema "Juventude Livre do Tabaco" para celebração do Dia Mundial sem Tabaco 2008. Nesta data, todos os 192 Estados-Membros da OMS desenvolvem atividades sobre o tema escolhido e fortalecem a necessidade do controle do tabagismo em todo o mundo. Cada membro adapta sua campanha à realidade socioeconômica e cultural de seu país, respeitando a peculiaridade de cada povo.

Responsável por 5 milhões de mortes anuais no planeta, o tabagismo é um problema de saúde pública global. No Brasil, onde 200 mil pessoas morrem anualmente vítimas dessa doença, o assunto vem sendo abordado não apenas pelo Ministério da Saúde, mas por outros órgãos governamentais e cada vez mais parcelas da sociedade civil, representadas pelas Organizações Não-Governamentais (ONGs) ligadas à educação, economia, trabalho, justiça, meio ambiente e agricultura.

Infelizmente, a questão do controle do tabaco enfrenta interesses contrários, principalmente da indústria do tabaco. Por este motivo é importante mobilizar a sociedade em prol da saúde da população e contra o lucro desmedido e irresponsável da indústria do tabaco, que visa apenas seus lucros em detrimento de doenças, mortes, invalidez e destruição do meio ambiente.



Os principais objetivos da Aliança Por um Mundo sem Tabaco são:

• acompanhar e participar do processo de controle do tabagismo no Brasil e no mundo abordando e discutindo o tema nas mais diversas áreas (saúde, educação, direito das crianças e das mulheres, meio ambiente, legislação e economia)

• pressionar os legisladores a tomarem as providências necessárias para um mundo sem tabaco.


Tabagismo no mundo

O tabagismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a principal causa de morte evitável em todo o mundo. A OMS estima que um terço da população mundial adulta, isto é, 1 bilhão e 200 milhões de pessoas (entre as quais 200 milhões de mulheres), sejam fumantes.

O total de mortes devido ao uso do tabaco atingiu a cifra de 4,9 milhões de mortes anuais, o que corresponde a mais de 10 mil mortes por dia. Caso as atuais tendências de expansão do seu consumo sejam mantidas, esses números aumentarão para 10 milhões de mortes anuais por volta do ano 2030, sendo metade delas em indivíduos em idade produtiva (entre 35 e 69 anos).

Tabagismo no Brasil

No Brasil, estima-se que cerca de 200.000 mortes/ano são decorrentes do tabagismo. Os homens apresentaram prevalências mais elevadas do que as mulheres em todas as capitais.

Em relação à prevalência de experimentação e uso de cigarro entre jovens, de acordo com estudo realizado entre escolares de 12 capitais brasileiras, nos anos de 2002-2003 a prevalência da experimentação nessas cidades variou de 36 a 58% no sexo masculino e de 31 a 55% no sexo feminino, enquanto a prevalência de escolares fumantes atuais variou de 11 a 27% no sexo masculino e 9 a 24% no feminino.

Fonte: http://www.inca.gov.br/tabagismo

Tabagismo passivo

Define-se tabagismo passivo como a poluição decorrente da fumaça de derivados do tabaco (cigarro, charuto, cigarrilhas, cachimbo e outros produtores de fumaça) por indivíduos não-fumantes, que convivem com fumantes em ambientes fechados. A fumaça dos derivados do tabaco em ambientes fechados é denominada de poluição tabagística ambiental (PTA).

E, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é a maior em ambientes fechados e o tabagismo passivo, a 3ª maior causa de morte evitável no mundo, subseqüente ao tabagismo ativo e ao consumo excessivo de álcool.

O ar poluído contém, em média, três vezes mais nicotina, três vezes mais monóxido de carbono, e até cinqüenta vezes mais substâncias cancerígenas do que a fumaça que entra pela boca do fumante depois de passar pelo filtro do cigarro.

Conseqüência do ato de fumar

A vida de uma pessoa que fuma 15 cigarros por dia é reduzida, em média, 5 anos e a que fuma 20 cigarros/dia tem probabilidade 20 vezes maior de desenvolver câncer de pulmão do que uma pessoa que não fuma.

O fumo é responsável por: 30% das mortes por câncer, 90% das mortes por câncer de pulmão, 97% do câncer de laringe, 25% das mortes por doenças cardíacas, 85% das mortes por bronquite e enfisema, 25% das mortes por derrame e por 50% dos casos de câncer de pele.

O fumo durante a gravidez pode levar a um aumento do risco de aborto, de nascimentos prematuros, de morte de fetos, risco de distúrbios do comportamento entre meninos e a um aumento da propensão à dependência de drogas entre as meninas.

Causa impotência sexual, principalmente quando associado a stress, hipertensão, diabetes e doenças cardíacas. Agravamento de doenças como hipertensão, diabetes, colesterol elevado, doenças cardíacas e pulmonares. Mau hálito, impregnação de roupas, cabelos, objetos e ambiente doméstico, ansiedade, irritabilidade, acarretando uma má aceitação social. Redução entre 20 e 25% do salário do trabalhador.

O que você ganha parando de fumar

A pessoa que fuma fica dependente da nicotina. Considerada uma droga bastante poderosa, a nicotina atua no sistema nervoso central como a cocaína, com uma diferença: chega ao cérebro em apenas 7 segundos (2 a 4 segundos mais rápido que a cocaína). É normal, portanto, que, ao parar de fumar, os primeiros dias sem cigarros sejam os mais difíceis, porém as dificuldades serão menores a cada dia.



Bons motivos para apagar o cigarro

1- O CIGARRO começa por agredir a boca, garganta e estômago. Prejudica vias respiratórias, rins, pulmões e aparelho circulatório.
2- A NICOTINA aumenta a pressão arterial, leva a dependência, diminui o apetite.
3- O ALCATRÃO prejudica o coração e a circulação, causa câncer de pulmão, enfisema e bronquite.
4- A FUMAÇA favorece a deposição de colesterol nas artérias (arteriosclerose).
5- O FILTRO, embora reduza o alcatrão e nicotina, não torna o cigarro seguro, pois a fumaça continua a ser inalada.
6- As marcas com baixo teor de alcatrão e nicotina, para satisfazer ao fumante acabam tendo AROMATIZANTES que são cancerígenos adicionados à fórmula.
7- Melhora da potência sexual, fertilidade e cicatrização.
8- Não se limita aos próprios fumantes (ativos), mas estende-se a quem está em volta (fumantes passivos), que também inalam as substâncias tóxicas.

Quando você para de fumar

. Após 20 minutos a pressão sanguínea e o pulso voltam ao normal e a circulação melhora.
. Após 8 horas os níveis de oxigênio no sangue retornam ao normal. As chances de um infarto começam a cair.
. Após 24 horas o monóxido de carbono é eliminado do organismo. Os pulmões começam a eliminar muco e outras impurezas.
. Após 72 horas a respiração se torna mais fácil, e a disposição geral aumenta.
. Após 2 a 12 semanas a circulação melhora em todo o corpo, tornando mais fácil caminhar.
. Após 3 a 9 meses a função pulmonar melhora entre 5% e 10%.
.Após 5 anos o risco de infarto se reduz à metade.
. Após 10 anos o risco de câncer de pulmão cai para a metade e o de infarto fica o mesmo de quem nunca fumou.









Só os fumantes que não ACREDITAM.

Mosquito Transgênico - Aedes aegypti

Mosquito transgênico é promessa para reduzir população do Aedes aegypti.

Uma empresa britânica quer usar a genética para dizimar o mosquito Aedes aegypti, transmissor da febre amarela e da dengue. Os pesquisadores criaram uma versão do inseto com o DNA alterado, que só produz filhotes inviáveis. Segundo eles, a presença desses animais "com defeito de fabricação" na natureza poderia cortar pela metade a população do A. aegypt.

Segundo a revista americana "Wired", a empresa modificou geneticamente os machos da espécie para que eles dependessem de um antibiótico fornecido pelos pesquisadores para sobreviver. Se não recebessem o antibiótico tetracicilina em sua dieta, os insetos morreriam.

Depois de chegarem à maturidade com o auxílio dos cientistas, os mosquitos, todos machos, seriam liberados na natureza. Eles seriam capazes de sobreviver o suficiente para copular com fêmeas de sua espécie. Os filhotes gerados, no entanto, acabariam morrendo sem conseguir gerar seus próprios descendentes.
Um teste inicial feito pela equipe mostrou que cerca de metade das fêmeas da espécie acabam copulando com os machos geneticamente modificados. Se tudo der certo, o projeto poderá ser adotado pelo governo da Malásia para enfrentar o Aedes aegypti dentro de três anos.
A empresa britânica, no entanto, sofre críticas de organizações ambientalistas, para as quais a liberação de insetos modificados geneticamente pode ter conseqüências imprevisíveis para os ecossistemas tropicais(Globo Online).

Fonte: AmbienteBrasil

Mas enquanto as soluções milagrosas não vem ... eis uma dica barata e eficaz, para evitar a proliferação do mosquito da dengue.

Trata-se de um "mosquitério", uma armadilha para mosquitos desenvolvida pelo Professor MAULORI CABRAL da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que ele apresentou em um noticiário da TV GLOBO .

Eis o passo a passo, com fotografias, como construir a tal armadilha a custo quase zero!


Na foto acima, o material necessário:
Uma garrafa pet, o anel de lacre da tampa da garrafa, tesoura, fita isolante, lixa para madeira de número 180, um pedaço de filó (15 x 15 cms) de trama fina, do tipo usado em mosquiteiros ou telas de janelas contra mosquitos e um grão de ração para gatos (não serve ração para cães), ou três ou quatro grãos de arroz ou alpiste levemente amassados.

A boca do funil deve ser vedada com o pedaço de filó que será fixado com o anel de lacre da tampa da garrafa pet e a parte interna do "funil" deve ser lixada até ficar áspera e fosca.

Coloque no fundo do "copo" o grão de ração para gatos ou os grãos de arroz ou alpiste amassados.
Encaixe o "funil" com a boca para baixo dentro do "copo" e vede o conjunto com a fita isolante.
Encha com água até a metade do "funil" e complete este nível com água sempre que necessário.
A armadilha para mosquitos está pronta e deve ser colocada em algum lugar da casa a salvo da luz solar!

Vamos explicar como funciona a armadilha:

A superfície interna do "funil", áspera e fosca, facilita a evaporação da água, o que atrai as fêmeas dos mosquitos.
Como a água possui material orgânico, originário da ração para gatos ou dos grãos de arroz ou alpiste, a fêmea do mosquito colocará seus ovos na superfície da água no interior do "funil", pois o material orgânico irá servir de alimento para as larvas.

Quando os ovos eclodem, as larvas mergulham em busca do alimento e como são muito pequenas, atravessam o filó da boca do "funil".
Mas as larvas crescem, se transformam em mosquitos e não conseguem voltar através do filó ficando presos (os mosquitos adultos), dentro da armadilha até que morram!

Esta armadilha é, possivelmente, o mais seguro, barato e eficaz método de extermínio de mosquitos, pois o combate tradicional é feito com o uso de substâncias tóxicas (inseticidas) usados para matar larvas ou os insetos adultos.

A realidade vem mostrando que o uso de inseticidas não só não acaba com os mosquitos como causa efeitos prejudiciais ao meio ambiente, pois mata todos os insetos, interferindo na cadeia alimentar de pássaros, por exemplo, além de causar danos também à saúde de seres humanos.

Se você montar uma dessas armadilhas em sua casa, dentro de pouco tempo poderá observar larvas de mosquitos na água em seu interior.
Para saber se as larvas são do mosquito AEDES AEGYPTI (transmissor da DENGUE), basta aproximar o foco de luz de uma lanterna, se as larvas fugirem da luz, são do AEDES AEGYPTI, se as larvas não fugirem da luz, são de mosquitos comuns.

O AEDES AEGYPTI não gosta de luz!
Em qualquer dos casos você já estará no lucro porque ninguém gosta de mosquitos!

A eficácia de tal armadilha reside no fato de que ela interrompe o ciclo vital dos mosquitos, porque a fêmea que coloca seus ovos ali não se reproduzirá.
O ciclo vital do mosquito transmissor da DENGUE dura cerca de 15 dias e cada fêmea põe cerca de 400 ovos.
Se cada residência tivesse uma armadilha dessas talvez o problema da DENGUE já estivesse solucionado.

Resta agora às autoridades divulgarem o projeto do Professor MAULORI CABRAL!

Insônia - Qualidade de Vida

Muita gente tem sofrido desse mal e não sabe como fazer para resolver.

É a doença do século XXI.


Maioria dos 'insones' dorme muito bem. Considerado um dos principais males da vida moderna, a insônia atormenta qualquer pessoa.
Mas será que o que você acha que é insônia é insônia mesmo? Segundo o médico Luciano Ribeiro Pinto, do Instituto do Sono, da Unifesp, a grande maioria dos pacientes que chegam em seu consultório reclamando de falta de sono dormem muito bem.
Eles só acreditam que há um problema, que simplesmente não existe. “O conceito de insônia é altamente subjetivo”, explicou Ribeiro Pinto.
“Geralmente quando um paciente chega e reclama de insônia, ele está simplesmente dizendo que não está contente com seu sono.”
Segundo o médico, é comum pessoas afirmarem que não dormiram “a noite toda” ou que não dormem “há mais de um ano”.
Quando seu sono é acompanhado pelos médicos, no entanto, se descobre que elas dormem, sim.
“Elas têm uma percepção errada do sono. Sentem que ficaram muito mais tempo acordadas do que dormindo, mas, na verdade, dormiram horas”, conta o especialista.
De acordo com ele, apenas meia hora de sono separam, em média, quem diz dormir "muito bem, obrigado", e quem reclama de varar a noite aceso
.

Geralmente, esses casos escondem outros problemas de ordem psicológica, que nada tem a ver com dificuldade para dormir. Pessoas ansiosas, que passam o dia inteiro “ligadas no 220” são um exemplo típico do “falso insone”.
Deprimidos, também. E embora a insônia de fato não se caracterize, os médicos ainda assim precisam agir.
“É preciso ensinar a pessoa a perceber que ela está dormindo”, conta Ribeiro Pinto.
A chave, para isso, são cerca de oito sessões de terapia corportamental-cognitiva
. Em um primeiro momento, a pessoa vai aprender a mudar seus comportamentos.
“O que notamos é que, muitas vezes, quem reclama de falta de sono simplesmente passa tempo demais na cama”, explica o médico. “Seu corpo dorme quatro horas, mas ela fica oito, nove lá. Quando falamos para a pessoa passar apenas cinco horas deitada, tudo melhora”.
O segundo passo é mudar a “cognição”, mudar como a pessoa percebe o problema. “A idéia é ensinar que ela não precisa ficar desesperada, que ela está dormindo muito bem”, conta o professor da Unifesp. (Globo Online).

Fonte: Ambiente Brasil

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