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Dia Mundial do Meio Ambiente

O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado em 5 de junho. A data foi recomendada pela Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente, realizada em 1972, em Estocolmo, na Suécia. Por meio do decreto 86.028, de 27 de maio de 1981, o governo brasileiro também decretou no território nacional a Semana Nacional do Meio Ambiente.

Nessa data será lançado o filme "Home nosso planeta nossa casa" - sobre o Planeta Terra composto inteiramente com imagens aéreas, incluindo o Brasil.
Desse ponto de vista, o diretor Yann Arthus-Bertrand quer revelar ao público a atual situação do planeta e afirmar que a solução ainda existe mas que só depende de nós.

Confiram o Trailler do filme



O blog Verde Que Te Quero Verde, no meu amigo Chico Coelho, está realizando uma campanha "seu ponto de vista pode salvar o planeta". A campanha consiste em postagens com um depoimento sobre como ajudar a natureza e o envio de uma foto paisagem. O material deverá ser enviado para o e-mail: chico.elho@gmail.com, com o assunto: HOME – NOSSO PLANETA, NOSSA CASA.
O vencedor ganhará uma Ecobag promocional do filme.



O critério adotado para a escolha do vencedor, será aquele que tiver mais comentários em sua participação que será postada no VERDE QUE TE QUERO VERDE.

Já marquei minha participação no evento, vejam e comentem, PLEASE. Vocês também encontrarão outros amigos por lá, como: Marcos Santos, Eduardo PL entre outros, dêem uma chance para eles também, o que vale é a sua participação, seja com comentários e/ou envio de material.

Abaixo deixo o nosso Planeta em Números e no post Imagnes Impactantes alguns motivos que podem lhe ajudar à aderir essa causa.



Imagens Impactantes

Aquela velha história de que estamos destruindo o mundo onde viverão nossas futuras gerações já não está com nada. Realmente, estamos acabando, pouco a pouco, com o planeta, mas nós mesmos já estamos sofrendo com as conseqüências de nossos atos há um bom tempo.

Mesmo assim, tem muita gente que ainda não acordou para o problema. Para estes, o blog dinamarquês Gigapica Geenstijl publicou uma coletânea de imagens que comprovam que a poluição se tornou uma questão mundial e urgente.
Selecionei algumas para compartilhar aqui no Alecrim. Essas imagens valem mais que qualquer palavra.


Índia


Filipinas


Índia


Filipinas


Bulgária


China


China


Bulgária


Índia

Supermercado Verde




O Grupo Pão de Açúcar inaugurou em junho desde ano o primeiro supermercado “verde” da América Latina. A iniciativa está alinhada a outros projetos da rede que incentivam a prática de consumo sustentável.
As novas instalações foram construídas com base nos pré-requisitos exigidos pelo GBC - Green Building Council para a certificação LEED. O estabelecimento cumpre 80% das exigências do selo verde e será o primeiro supermercado a adquiri-lo seis meses após o início de seu funcionamento (agora), quando forem feitas as auditorias necessárias.


Assista o vídeo com todas as explicações de um espaço para Consumo Consciente e de brinde conheça o Eco-Estádio.



Localizado em Indaiatuba - SP, o novo espaço com cerca de 1.600 m² de área abriga novas práticas de responsabilidade sócio-ambiental, além de projetos de sustentabilidade, como ações de estímulo à reciclagem e ao consumo consciente e outras de redução de consumo de água e energia elétrica. Também será oferecida maior oferta de produtos orgânicos e naturais.

Indaiatuba, no interior de São Paulo, foi escolhida além das razões logísticas em função do histórico que o município possui quanto à preocupação com redução de impactos ambientais e ao grau de conscientização da população.

A preocupação com a preservação do meio ambiente no supermercado já é uma realidade com a adoção de iniciativas como a de venda de sacolas retornáveis ou da venda de produtos orgânicos. Entretanto, o novo “Supermercado Verde” vai além: suas ações apóiam-se nos preceitos de reduzir, reutilizar e reciclar. Para isso, desde a concepção do projeto de construção foram adotados mais de 40 critérios, dentre os 50 exigidos por organismos internacionais para a conquista da certificação.

Entre as ações adotadas no projeto, está a utilização de fontes renováveis de energia, reflorestamento do terreno e estacionamento com grama, que permite a absorção de água pela terra, além de ações que parecem simples, como o estacionamento exclusivo para carros que utilizam biocombustíveis e também para bicicletas, o que incentiva as pessoas a irem ao supermercado sem utilizar o carro e assim, reduzir o consumo de combustíveis. A vegetação nativa está preservada e o supermercado tem aproveitamento da luz natural e utilização de madeira de reflorestamento. Todos os balcões de congelados têm fluidos que não agridem a camada de ozônio.

Assim como em qualquer loja da rede Pão de Açúcar, o consumidor encontrará um mix de 20 mil produtos. Porém, dentro deste mix, o volume de produtos orgânicos e naturais foi ampliado em quase 50% (de 400 produtos em lojas normais para 750 produtos no supermercado verde). Os produtos vão desde cafés orgânicos até pães produzidos com farinhas orgânicas. São mais de duzentas opções disponíveis na loja: frutas, verduras, legumes, sucos, cafés, vinhos, cachaça, azeites, geléias, açúcar, arroz, chás, molho de tomate, lentilhas, purê de maça, farinha, feijão, xampus, condicionadores, cremes e muito mais.

Saiba mais...

Este post faz parte de coletiva que acontece na semana de 15 a 21 de dezembro sobre Consumo Consciente idealizada por Sam do blog "A vida como a vida quer".

Agrotóxicos

3 de dezembro, é o Dia Internacional pelo Não Uso de Agrotóxicos, com o tema “trabalho saudável no campo e comida saudável na cidade”.


A data foi escolhida por lembrar a morte de milhares de pessoas em uma catástrofe no Bhopal, na Índia, onde, em 1984, 27 mil toneladas de gás tóxico escaparam de uma fábrica da norte-americana Union Carbide, no que é tido como o maior desastre químico da história.

Agrotóxicos são produtos químicos utilizados para combater pragas. Também são chamados de praguicidas, pesticidas, defensivos agrícolas, agroquímicos ou biocidas.

Nunca é demais lembrar que esses produtos altamente letais são a base dos agrotóxicos que, como se sabe, prosseguem em níveis inaceitáveis nos hortifruti brasileiros, conforme estudos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).


Tomate, morango e alface são produtos com mais resíduos agrotóxicos. Levantamento do Ministério da Saúde mostra que mais de 40% das amostras de tomate, morango e alface analisadas em 2007 pelo Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos continham índices de contaminação por agrotóxicos acima do permitido pela lei.

O caso mais grave foi o do tomate. Técnicos do ministério encontraram em amostras do produto monocrotofós, substância que teve o uso proibido no Brasil em novembro de 2006, em razão de sua alta toxicidade. De acordo com o levantamento, 44,72% das amostras continham excesso de agrotóxicos.

Na produção de tomate de mesa também foi detectada a presença de metamidofós, agrotóxico autorizado apenas para a cultura de tomate industrial (plantio rasteiro). A substância também foi encontrada em morangos e alface, produtos para os quais seu uso é vetado.

Trocar alimentos “convencionais” pelos orgânicos e escolher os produtos certos, na estação certa, contribui para uma alimentação livre de produtos químicos. Entenda a melhor forma de fazer isso.

Novos estudos científicos confirmam: os alimentos orgânicos são mais saudáveis que aqueles produzidos com agrotóxicos. A oferta desses produtos em feiras livres e supermercados deixou de depender exclusivamente de pequenos agricultores e ganhou escala industrial.

O Brasil tem a sexta maior área agrícola do mundo destinada à produção orgânica, segundo a Organics Brasil, organização que promove exportações do setor. A maior parte dessa produção – que inclui soja, sucos, açúcar, castanhas e cachaça – é exportada. No varejo nacional, as frutas e hortaliças ainda são os itens mais procurados entre os orgânicos, e não costumam substituir completamente os convencionais. Para o bolso do brasileiro, esses produtos são caros. Uma fruta orgânica pode ter preço duas a três vezes maior que o de sua versão com agrotóxicos.

Sob a orientação da Embrapa, centro de pesquisa agrícola do governo, os agricultores aderem voluntariamente a um programa de manejo de pragas sem o uso indiscriminado de defensivos agrícolas prejudiciais ao meio ambiente e à saúde dos roceiros. Os produtos desse sistema de plantio serão identificados pela sigla PIN (de Produção Integrada) e por um selo do Inmetro (abaixo, uma lista de produtos e os riscos específicos que o uso de agrotóxicos em seu cultivo acarreta para o consumidor).

Saiba um pouco mais sobre sua alimentação



1. TOMATE - O tomateiro adoece facilmente. Daí o uso intensivo de defensivos químicos no cultivo de larga escala e a alta dose de resíduos tóxicos. O orgânico e o tipo cereja são mais resistentes a pragas e levam menos agrotóxicos.

2. CENOURA - Bactérias, fungos e vermes contaminam a cenoura debaixo da terra. A maior parte do agrotóxico fica na casca. Descascar a cenoura a livra de 90% dos resíduos – mas também de nutrientes importantes.

3. ALFACE - No sistema convencional, a alface é pulverizada com produtos químicos agrícolas várias vezes. A Anvisa achou resíduos químicos indevidos em 28,68% das amostras de alface – daí a vantagem da versão orgânica.

4. MORANGO - Outra planta que atrai pragas e doenças, o que leva ao uso abusivo de defensivos agrícolas. Um morangueiro pode receber 45 pulverizações até a colheita. Na análise da Anvisa, 37,68% das amostras tinham resíduos inadequados.

5. MAÇÃ - Os pesticidas aplicados à macieira podem atravessar a casca fina e chegar à polpa da fruta. As maçãs do Sistema de Produção Integrada, com a marca PIN, têm 25% menos pesticidas que as convencionais.

6. GOIABA - Ainda mais sujeita ao ataque de pragas que as demais frutas. A versão orgânica é rara e pode conter larvas. O sistema de Produção Integrada ainda estuda um projeto-piloto para a fruta.

7. UVA - Segundo a Embrapa Uva e Vinho, o sistema de produção de uvas praticado atualmente é dependente do uso de defensores agrícolas, ainda mais em clima tropical. As versões orgânicas e com a marca PIN têm menos resíduos.

8. PÊSSEGO - A época ideal de cultivo do pêssego é de novembro a janeiro. Fora desse período, a fruta costuma ter mais agrotóxico. A versão orgânica é escassa em supermercados, mas é encontrada em algumas feiras do ramo.

Fontes: A - B - C

Ouro do Jalapão

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Comunidades do Jalapão, Tocantins, transformam o capim-dourado em artesanato cobiçado.

De quantos lugares você já ouviu falar no mundo que têm, ao mesmo tempo, dunas de areia, cânions, cachoeiras, e um capim que reluz como ouro? Resposta difícil? Especula-se que há 350 milhões de anos a região do Jalapão tenha sido fundo de um oceano. Mas por obra da natureza, entre os meses de setembro e novembro, seus campos ficam da cor de ouro. É a época da floração e da colheita do capim-dourado.

A arte originou-se no vilarejo de Mumbuca, TO, composto por remanescentes de antigos quilombos que ainda enfrentam sérios problemas sociais, como desnutrição e falta de saneamento básico e doenças, como a hanseníase. O artesanato, no entanto, está começando a melhorar a vida no local. Além disso, a demanda já é tão forte que a técnica hoje é difundida nas diversas vilas da região. Com isso começam a surgir as primeiras associações de produtores, tendo os turistas como principal mercado consumidor.

Homens e mulheres da região vêm trocando a lavoura pelo artesanato. Artesanato que impressionou o estilista Alexandre Herchcovitch a ponto de ele exibir chapéus feitos de capim-dourado em seu desfile primavera-verão 2007, em Nova York.

Matéria publicada na edição 162 (março/2007) da ViverBem

Mas os problemas começam a surgir, estimulados pelo lucro, o aumento da produção começa a desequilibrar o meio-ambiente local. Na opinião dos artesãos locais, com exploração incondicional do artesanato também pode ameaçar a existência da planta, que cresce nas margens dos vários rios que entrecortam o Jalapão.

Além de arrancar o capim pela raiz, os moradores usam o fogo para fazer a colheita. Alguns argumentam que isso ajuda o capim a crescer mais forte depois. Porém, não há estudos conclusivos sobre o assunto. Soma-se a isso outro fator: a linha usada para trançar o capim é extraída do chamado "olho do buriti" . Ou seja, é necessário abater um buriti inteiro para extrair-lhe a parte interior e fazer os fios usados no artesanato.

Por outro lado, a produção também ajudou os moradores que se organizam em cooperativas para produzir e vender peças aos visitantes. A associação de Mumbuca mantém uma casa de vendas no centro do vilarejo, que também serve como centro de reunião para a comunidade artesã.

A alternativa econômica está começando a ajudar a população, uma das mais pobres de toda a região, mas precisa ser administrada com cuidado. Os estudos sobre o assunto agora concentram-se em entender o manejo auto-sustentável do capim. O segundo passo será conscientizar os produtores.

Fonte

Algumas peças feitas com o capim-dourado




Muitos dos trabalhos acima foram confeccionados pelo artesão Mauro

Essa última peça em destaque é um colar confeccionado com pedras e capim-dourado, que recebi de presente do meu marido Marcos Santos e do meu filho Pedro.


Esse post faz parte da blogagem coletiva Ecological Day que acontece todos os meses no dia 02, hospedado no blog Leaves of Grass de Sônia Mascaró.

Embalagens Pets

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Ah! as garrafas pets... Como poluem o meio ambiente e desequilibram os ecossistemas quando descartadas em locais inapropiados.
Embora o ser humano faça o descarte errado dessas embalagens, que estão se tornando umas das grandes vilãs da natureza e esse mesmo homem que começa a se conscientizar e criar soluções para minimizar essas agressões no seu habitat, reutilizando-as.
É muito comum nos depararmos com inúmeros artigos confeccionados com garrafas pets e aplicados em vários seguimentos como: na construção civil, na indústria química, em artesanatos, na decoração de interiores, entre outros.

A seguir destaco um artigo publicado no Globo Online por Luciana Ackermann que achei bastante interessante, "Tapets feitos à mão e de garrafas plásticas".

Rio de Janeiro - Você é preocupado com a poluição ambiental? Procura ser um consumidor consciente? Então, não deixe de conhecer os tapetes feitos a partir das garrafas de plásticos de refrigerantes. Conhecidos como taPets, eles podem ser usados nos diferentes ambientes de um lar, especialmente nas áreas que ficam molhadas no dia-a-dia como banheiros, cozinhas, varandas e terraços, já que não são danificados em contato com a água.

Clara Fernandes, em Florianópolis, e Claudia Araújo, em São Paulo, são designers que criam tapetes tendo as pets como matéria-prima. As duas compram os fardos de fios de fibras poliéster praticamente prontos. Clara prefere fazer a fiação e o tingimento manualmente.





Elas garantem que além de resistentes, os taPets podem ser bem macios, o que vai depender da espessura do fio da fibra. A manutenção é simples e prática. Podem ser lavados sem perder a forma e as cores. Claudia diz que compra a fibra pronta de diferentes fornecedores.

Alguns deles contam com a mão-de-obra de catadores. Na outra ponta, ela tem 30 artesãs da Associação de Tecelãs de Caldas, no Sul de Minas Gerais, cuja parceria já dura 16 anos. Claudia criou quatro tipos de taPETs : Marroquino, Quebra-cabeça, Favo e Mescla, sendo que os três primeiros são produzidos com o mesmo tipo de fio usado na confecção das camisetas ecológicas. Já no Mescla é usado um fio mais grosso parecido com um barbante. Seu toque é toque mais firme.

"Como todo produto fabricado em tear manual, oferece alta resistência e a qualidade de ser feito um a um, à mão", destaca Claudia.



Em geral, o processo de transformação da garrafa pet em fibras é dividido em etapas: lavagem, moagem e derretimento. O material já moído é levado a uma caldeira a 350 graus, tornando-se uma espécie de pasta, que é levado a uma centrífuga. Segundo Clara, essa última parte do processo lembra uma máquina de algodão doce. Quanto aos preços, ela esclarece que depende do tamanho, espessura, padronagens e texturas.

"Os preços dos tapetes de pet são praticamente os mesmos que os de outros materiais. Muitos pensam que por se tratar de uma peça feita com material reciclado deveria ser barato, mas o processo de transformação da garrafa à fibra tem seus custos também", alega Clara.

Podem não resolver o problema como um todo, nem solucionar o descarte indevido da embalagem vilã, mas é sem dúvida uma grande iniciativa que soma-se a tantas outras boas idéias, já testadas e aprovadas com as Pets.

Esse post faz parte da blogagem coletiva Ecological Day que acontece todo mês no dia 02, hospedado no blog Leaves of Grass de Sônia Mascaró.

Ecological Day - Sacolas Retornáveis

O plástico saiu de moda











Voltar para casa das compras com sacolas e mais sacolas plásticas já não faz parte do cotidiano de muitos europeus e - aos poucos - passa a também fazer parte do dia-a-dia de alguns brasileiros conscientes de que é preciso mudar hábitos de consumo para garantir a sustentabilidade do ser humano no planeta Terra.

De olho nesse público, empresas têm investido em sacolas sustentáveis ou ´ecobags´, como vêm se popularizando. São aquelas sacolas retornáveis - feitas de materiais diversos, que podem ser levadas dobradas dentro da bolsa, para, depois, transportar as compras.

Benefícios do uso da sacola retornável

Você se torna um consumidor do Século XXI, com responsabilidade ambiental.

Você encerra sua atividade de plastificador do planeta - cada família com 4 pessoas polui o planeta com mais de 1.000 sacolas plásticas por ano.

Ao utilizar 1 sacola retornável você deixa de utilizar aproximadamente 500 sacolas por ano.

Você economiza recursos naturais e energia para a fabricação de bilhões de sacolas plásticas todos os anos.

Ao adquirir as sacolas retornáveis você está ajudando a neutralizar suas emissões de carbono.

A produção de sacolas plásticas e a dos demais produtos que consumimos diariamente emitem carbono, que é um gás do efeito estufa, que está aumentando a temperatura da terra.


Espalhe esta idéia, só utilize e incentive seus amigos e parentes a utilizarem sacolas retornáveis ao fazerem compras.

Reduza o consumo de embalagens dispensáveis.

Reutilize tudo que for possível.

Recicle - separe para a reciclagem todo material que possa ser reciclado.

A soma destas pequenas ações é que farão a diferença na preservação do planeta para os seres de amanhã.

:Fonte: Funverde

Veja mais participantes da coletiva Ecological Day clicando no logo abaixo, participe também e apoie essa idéia.

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Bambu, o aço verde

O Bambu surgiu na terra no período Cretáceo, ou pouco antes da era Terciária, quando surgiu o homem. É conhecido como a “Planta dos mil usos”, pois propicia a produção de alimentos, abrigo, calor, armas, utensílios domésticos, ferramentas agrícolas, artesanato, papel, tecido, cordas, e uma infinidade de aplicações.

No século XVII a.C a China já contava com onze milhões de habitantes, e a população enfrentava problemas como a má distribuição de terras e grãos. Manchúria, região de exuberante geografia que abrigava extensas plantações de bambu, começou a utilizar o bambu para construir casas, pontes, móveis, ferramentas e uma infinidade de utensílios. Descobriram o uso do bambu na alimentação e na medicina através do cozimento dos brotos e da infusão de raízes; decifraram suas propriedades físicas e mecânicas, sua resistência à tração, compressão, flexão e construíram com a planta a cidade sagrada, a comunidade solidária. Com isto o nordeste da Manchúria ficou conhecido como “Civilização do Bambu”.

Muito tempo depois, em países como o Japão, Indonésia, Malásia, Coréia, Vietnã, Índia e tantos outros, o bambu, de planta sagrada, passou a ser reconhecido como protagonista social e até hoje exerce forte influência na economia, cultura, religiosidade e literatura oriental.
A partir de 684 a.C, o bambu se tornou fonte de muitas aplicações. Dele, os asiáticos obtém alimento, vestuário, moradia e medicamentos. Foi utilizado em grandes invenções como as pontes suspensas, cúpula dos templos, avião, helicóptero e motor a explosão.

No Brasil, por questões culturais, o bambu não é visto como um material de construção convencional, portanto sua aplicação torna-se difícil, pelo desconhecimento e pelo uso indevido. Porém se forem analisadas suas propriedades como, sua alta resistência mecânica, sua durabilidade e forem obedecidas às recomendações corretas de manejo e uso do material, o bambu poderá se apresentar como uma excelente alternativa para baratear as construções habitacionais populares. O uso desse material ecologicamente correto, possibilita a diminuição de gastos com energia na fabricação de componentes para a construção civil.

Além disso, o bambu possibilita, com o plantio em áreas degradadas, a recuperação do solo, a contenção da erosão e o aumento da umidade relativa do ar na região, dando suporte ao crescimento de espécies arbóreas nativas. Esta planta também contribui para o seqüestro de carbono na Terra (converte CO2 em O2), gerando mais oxigênio do que a mesma quantidade de árvores. Se o bambu desaparecesse de repente da face da Terra, aproximadamente 10% da população asiática ficaria desabrigada.

Suas propriedades físicas e mecânicas são extraordinárias, tanto que no ataque da bomba atômica em Hiroshima ele conseguiu sobreviver às radiações emitidas pelo impacto.
Bambusoideae, da família das gramíneas. As opiniões variam muito e novas espécies e variedades são acrescentadas ano a ano, mas calcula-se que existam cerca de 1250 espécies no mundo, espalhadas entre 90 gêneros, presentes de forma nativa em todos os continentes menos na Europa. Habitam uma alta gama de condições climáticas e topográficas.

As duas maiores plantações comerciais de bambu das Américas estão no Nordeste brasileiro. Uma no Maranhão e a outra em Pernambuco. Juntas alcançam aproximadamente 40 mil hectares. Na região Sudeste, no interior de São Paulo e Paraná, existem muitos cultivadores de Mosô, descendentes dos imigrantes japoneses que trouxeram esta e outras variedades de bambu para o Brasil.

De todos os materiais renováveis utilizados na construção ecológica, o bambu se destaca, por várias razões. Mas principalmente porque é um recurso renovável, com baixo custo de produção e pouco poluente. A partir do terceiro ano após o plantio, o bambu pode ser colhido anualmente - uma árvore demora no mínimo 20 anos para poder ser aproveitada na produção de madeira ou carvão. A utilização do bambu como substituto da madeira pouparia milhões de árvores por ano e, além disso, ele pode ser plantado em áreas onde a agricultura é inviável.

Na Colômbia, ele é utilizado para construir casas resistentes a terremotos. O bambu também pode ser utilizado nas construções, como alternativa ao tijolo, sem função estrutural, apenas para o fechamento de paredes. O bambu pode aparecer em dois tipos de sistema construtivo: como uma taipa (estrutura de bambu amarrado entre si, com acabamento de barro ou cimento que pode ser emassado e pintado), ou como esterilha (estrutura em varas de bambu, fechamento em esteiras de lascas de bambu amarradas e acabamento em cimento, emassado e pintado)

O SEBRAE de Três Rios (RJ) e a ONG RECICLA montaram uma fábrica de casas populares de bambu+cimento+borracha de pneu+cal+bambu moído. O sistema é modular (de encaixes macho e fêmea) com blocos de 50cmx100cmx9cm, muito rápido de montar e custa pouco mais da metade de uma casa de tijolos de barro. O sistema foi desenvolvido pelo Engenheiro Civil Edson Satori, o Arquiteto e Rubens Cardoso Jr. e o Arquiteto Alejandro Pereira da Silva.








As possibilidades técnicas do bambu são muitas, limitadas pelas características inerentes do material, que pode ser aliado a outros materiais perfazendo equilíbrio de funções, e multiplicadas pela imaginação e inventividade dos construtores. O bambu é leve, suavemente cônico, resistente, econômico e sustentável.

De modo geral o bambu pode substituir o aço e a madeira em colunas, vigas e demais elementos passíveis de serem utilizados em formato cilíndrico ou tubular. Uma estrutura bem planejada pode resistir as ações de ventos fortes. A triangulação das estruturas de bambus inteira nas paredes, adicionada com malhas rebocadas, resulta em paredes bastante resistentes.

O alto potencial socializador do bambu já justificaria sua aplicação nos mais diversos casos. Essa planta é cada vez mais tida como significativa para o desenvolvimento de países pobres. Recentes programas de habitação, por exemplo, no Equador, na Colômbia e na Costa Rica, já incluem o bambu como principal material nas edificações. É cada vez maior o número de arquitetos latino-americanos defendendo a utilização do bambu nas mais diversas situações, pois ele não é limitador de criações únicas e modernas.


Não há dúvidas de que o bambu é um material que pode auxiliar o homem na superação de muitos problemas, desde os relativos à sobrevivência, oferecendo meios de construção de casas, objetos e diversos utensílios, até os mais sofisticados, que lidam com a estética e o prazer do convívio com materiais naturais de beleza incontestável.

Pegada Ecológica

Ecological Day - Pegada Ecológica

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Você já parou para pensar que a forma como vivemos deixa marcas no meio ambiente? É isso mesmo, nossa caminhada pela Terra deixa “rastros”, “pegadas”, que podem ser maiores ou menores, dependendo de como caminhamos. De certa forma, essas pegadas dizem muito sobre quem somos!


A partir das pegadas deixadas por animais na mata podemos conseguir muitas informações sobre eles: peso, tamanho, força, hábitos e inúmeros outros dados sobre seu modo de vida.

Com os seres humanos, acontece algo semelhante. Ao andarmos na praia, por exemplo, podemos criar diferentes tipos de rastros, conforme a maneira como caminhamos, o peso que temos, ou a força com que pisamos na areia.

Se não prestamos atenção no caminho, ou aceleramos demais o passo, nossas pegadas se tornam bem mais pesadas e visíveis. Porém, quando andamos num ritmo tranqüilo e estamos mais atentos ao ato de caminhar, nossas pegadas são suaves.

Assim é também a “Pegada Ecológica”. Quanto mais se acelera nossa exploração do meio ambiente, maior se torna a marca que deixamos na Terra.

O uso excessivo de recursos naturais, o consumismo exagerado, a degradação ambiental e a grande quantidade de resíduos gerados são rastros deixados por uma humanidade que ainda se vê fora e distante da Natureza.

A Pegada Ecológica não é uma medida exata e sim uma estimativa. Ela nos mostra até que ponto a nossa forma de viver está de acordo com a capacidade do planeta de oferecer, renovar seus recursos naturais e absorver os resíduos que geramos por muitos e muitos anos.

Isto considerando que dividimos o espaço com outros seres vivos e que precisamos cuidar da nossa e das próximas gerações. Afinal de contas, nosso planeta é só um!

A Pegada Ecológica foi criada para calcular o quanto de recursos da natureza utilizamos para sustentar nosso estilo de vida. Assim, por meio de um simples cálculo, podemos saber se nossa forma de viver está de acordo com a capacidade do planeta em oferecer, renovar seus recursos e absover os resíduos que geramos.

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Responda o Quiz e conheça o tamanho estimado da sua pegada ecológica! Pode ser uma surpresa!
O questionário "A pegada ecológica" calcula a área de terra e de mar necessários para sustentar seu consumo de alimentos, bens, serviços, habitação e energia e absorver os seus resíduos.

O Resultado da minha pegada ecológica foi igual a "0,76 Terras" (estilo de vida com consciência ambiental), veja aqui. Não esqueça de retornar e registrar o resultado da sua "pegada ecológica" na caixa de comentários, boa sorte!

Leiam ainda nesse espaço:
Ecovilas - uma proposta de vida sustentável
Rolhas de cortiça
Resíduos sólidos urbanos
Computadores poluidores
Divórcio X Meio ambiente
Verão, e muito mais...

Venham conhecer "Aqueles Tempos"... um blog com cheiro de naftalina.

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Imperdível!!!

Ecovila

Uma proposta de vida sustentável


As ecovilas são comunidades organizadas para desenvolver atividades centradas na harmonia e no equilíbrio entre as pessoas e o meio-ambiente. Centenas de ecovilas em todo o mundo estão se dedicando à pesquisa e experimentação de tecnologias “verdes”, educação ambiental, proteção e regeneração dos ecossistemas, assim como à busca do equilíbrio e plenitude pessoal e social de seus moradores.




Incorporado pelas Nações Unidas no Programa de Desenvolvimento de Comunidades Sustentáveis, o conceito das ecovilas faz parte de um movimento global que reúne cerca de um milhão de moradores em 15 mil vilas espalhadas pela Europa, Américas do Sul e do Norte, Austrália e África. Somente no Brasil há registros de 30 ecovilas em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Amazonas, Goiás e Paraná.



“Para as Nações Unidas, as ecovilas são a revolução do habitat, em que a auto-sustentabilidade vai ao encontro das necessidades do presente sem comprometer a sobrevivência das gerações futuras”.


Não tirar da terra mais do que podemos devolver a ela. Esse é o princípio básico das ecovilas, comunidades criadas longe das grandes cidades, que vivem sob o conceito de uma vida mais limpa, livre de estresse, trânsito e poluição.


As ecovilas são um projeto de vida perfeito para quem se preocupa com o meio ambiente e as gerações futuras. Definido como “assentamento agro-ecológico sustentável”, o conceito foi lançado mundialmente em 1995, quando também se estabeleceu a Rede Global de Ecovilas.



Nas ecovilas ao redor do mundo você encontra a prática de uma nova consciência ecológica: coleta seletiva, reciclagem e reutilização do lixo; uso racional e criativo da água e de outros recursos naturais essenciais para a vida; implantação de arrojados projetos de bioarquitetura que usam materiais locais e reciclados para construção de boas casas; geração de energia a partir de fontes renováveis como o sol, os ventos e a biomassa; tratamento de esgotos e purificação da água através de plantas, microorganismos e outras modernas técnicas biológicas (“living machines”); recuperação de micro-climas e até de ecossistemas criando as condições para a multiplicação ou reprodução de espécies animais e vegetais nativas ou adaptadas; agricultura orgânica; agro-florestas e outras tecnologias sustentáveis.


Uma ecovila é sempre um fascinante laboratório vivo de qualidade de vida ambiental e humana que atrai as pessoas com a mesma visão do futuro.


Assista o vídeo e conheça os princípios de um projeto ecovila:





Conheça um projeto de
ecovila em São Paulo na Revista aU, páginas 24 e 25.


Quem escolhe este tipo de vida se agrupa por afinidades culturais e profissionais desenvolvendo variadas atividades produtivas e assistenciais. O que todas têm em comum é a preocupação com o impacto ambiental da própria comunidade, a dedicação de seus moradores a economias sustentáveis, o relacionamento interpessoal baseado na solidariedade, na cooperação e na difusão das informações. Todas elas desenvolvem alguma forma de trabalho educativo e social, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da população dentro da sua área de influência. Uma ecovila é, antes de tudo, um exemplo de vida.


Tertúlia Virtual

Photobucket Água Photobucket







ÁGUA - Use-á com responsabilidade pois é um bem precioso e finito.

ÁGUA - Patrimônio natural do seu Planeta Terra.


Mais participantes com postagens sobre água poderão ser encontrados em Tertulia Virtual

Rolhas de cortiça

Estamos no inverno, embora nem sempre os dias e noites sejam assim tão frios devido às mudanças climáticas que já dão sinais que as estações estão se modificando a cada ano. Com o frio, chega àquela vontade de consumirmos bebidas e comidas mais quentes, e não dá para dispensar um delicioso “queijos e vinhos”.



Mas o que fazer com as rolhas dessa bebida maravilhosa? Vocês jogam fora? Sabem o tempo que um sombreiro leva para ser descortiçado? Então... vamos lá.


A cortiça é a casca do sobreiro, uma árvore cujo habitat natural é a bacia Ocidental do Mediterrâneo. Portugal, com725 mil hectares, 30% da área total produz metade da cortiça no mundo. O mercado de cortiça que vai desde a rolha para o vinho até ao revestimento isolante de um estúdio de gravação. A floresta da cortiça encontrou em Portugal o clima e o solo ideal para viver. Material ecológico por excelência, a cortiça é utilizada na sua quase totalidade, deixando poucos desperdícios. Um sobreiro pode viver até aos 200 anos.


Por lei o primeiro descortiçamento das árvores jovens só pode ser realizado quando o perímetro do tronco tiver 70 cm. Para além disso, a árvore tem de ter pelo menos 25 anos para se fazer o primeiro descortiçamento. Essa primeira cortiça é denominada virgem e é aproveitada para a criação de artigos decorativos. A tiradia de um sobreiro é feita de 9 em 9 anos. Na segunda tiradia (secundeira), a cortiça ainda não está apta para ser transformada em rolhas. Só 9 anos depois é que se tira a anadia, nome que se dá à cortiça madura e ideal para a produção de rolhas. Portanto, o sobreiro tem pelo menos que amadurecer 43 anos até produzir a cortiça própria para rolhas.


As rolhas de cortiça permitem a conservação de bebidas em garrafas, nas condições absolutamente ideais, do vinho do Porto ao Champanhe, dos vinhos de mesa ao whisky, ao sherry, ao brandy e a muitos outros, assegurando a qualidade e personalidade dessas bebidas.




O uso da cortiça na preservação dos vinhos é certamente a mais conhecida aplicação sendo ainda hoje a sua utilização mais nobre. Já na Roma Antiga a Cortiça era utilizada para vedar Ânforas contendo vinho, mas só nos finais do séc.XVII, em França, as rolhas de cortiça começaram a ser usadas no engarrafamento do champanhe.


A cortiça é natural, leve, imputrescível, impermeável a líquidos e gases, flexível, resistente, com grande estabilidade dimensional, isolante térmico e acústico, a cortiça tem um inesgotável potencial de aplicações. A sua qualidade, durabilidade e fácil reciclagem tornam-na amiga do ambiente.


As rolhas de cortiça recicladas nunca são utilizadas para produzir novas rolhas, mas têm muitas outras aplicações, que vão desde a indústria automóvel, à construção civil ou aeroespacial.


Há, pois, que defender a rolha de cortiça como produto que garantiu e deverá continuar a garantir a manutenção dos sobreiros, um dos ecossistemas mais ricos em biodiversidade do continente europeu e que se estima absorver, por ano, 4,8 milhões de toneladas de CO2, um dos principais gases causadores do efeito estufa e do conseqüente aquecimento global. Como a cortiça é a própria casca da árvore, também retém CO2 e ao ser reciclada, evitam-se emissões deste gás para a atmosfera, contrariamente ao que acontece quando se decompõe ou é incinerada.

Por que reciclar rolhas de cortiça?



A rolha de cortiça faz parte da embalagem do vinho e tal como noutras embalagens em que as tampas ou vedantes são reciclados, a rolha de cortiça também deve ser. Sem esta reciclagem a rolha de cortiça não se pode defender a rolha de cortiça como um produto ecológico. Defendendo a rolha de cortiça estamos também a defender o montado de sobro e a biodiversidade que lhe é associada.

A matéria-prima cortiça, como produto natural (que necessita de um tempo longo de crescimento) é limitada, pelo que o seu reaproveitamento não diminui a utilização da cortiça que sai das árvores, mas permite a sua utilização em outros produtos. Não serão feitas novas rolhas a partir das usadas, as rolhas serão materia-prima para a produção de outros materiais como isolamentos de construção que substituem e se tornam mais competitivos em relação aos seus equivalentes sintéticos menos amigos do ambiente.

A reciclagem ajudará o ambiente de 3 formas:

1 - redução de resíduos

2 - defesa da rolha de cortiça como produto plenamente ecológico e conseqüente defesa do montado

3 – plantação de novas árvores (espécies mediterrânicas).

Então, já sabem como agir com as rolhas de cortiça? Separe-as do restante dos descartes domésticos para que possam ser aproveitadas para a reciclagem e saboreie seu vinho sem culpa.

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