Coffee Art
O Chá Nosso de Cada Dia

A mais conhecida conta que a sua origem remonta desde há 5000 anos, na China, aquando do reinado do Imperador Sheng Nong, um governante justo e competente, amante das artes e da ciência e conhecido como o Curandeiro Divino. O Imperador, preocupado com as epidemias que devastavam o Império do Meio, decretou um edital que exigia que todas as pessoas fervessem a água antes de a consumirem.
Certo dia, quando o governador chinês passeava pelos seus jardins, pediu aos seus servidores que lhe fervessem água, enquanto descansava debaixo da sombra de uma árvore. Enquanto esperava que a água arrefece-se, algumas folhas vindas de uns arbustos caíram dentro do seu copo, atribuindo à água uma tonalidade acastanhada. O Imperador decidiu provar, surpreendendo-se com o sabor agradável. A partir deste momento ficou adepto do chá, induzindo o seu gosto ao seu povo.
Todo mundo sabe indicar um chazinho perfeito para diferentes males, com dicas "infalíveis" transferidas pelos mais velhos da família. Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), 80% da população utiliza remédios naturais ou faz uso da chamada medicina popular para tratar doenças. O que pouco se discute, no entanto, são os riscos da ingestão excessiva das infusões preparadas com ervas, que podem ir de uma dor de cabeça a danos em órgãos vitais.
Ao observar a falta de conhecimento sobre os efeitos adversos do consumo em excesso de plantas medicinais, o Instituto de Biociências da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Botucatu preparou uma cartilha para alertar sobre os principais efeitos colaterais das ervas mais consumidas na região.
Ela acredita que, além de não ter consciência dos perigos, a população não sabe como tirar o melhor proveito dos princípios ativos das plantas. Como exemplo, cita o urucum, que tem propriedades antioxidantes conhecidas, mas que, se levado à fervura, libera toxinas.
"Observamos que, por considerarem as plantas algo totalmente natural, imaginam que não há riscos", diz Maria José Queiroz de Freitas Alves, biomédica do Departamento de Fisiologia do Instituto de Biociências da Unesp de Botucatu, orientadora da pesquisa.
"Para utilizá-lo com segurança, é preciso deixá-lo em água fria por um tempo".Outro fator importante, quase sempre desconsiderado por quem busca os chás para tratamento, é a forma como a erva foi plantada.
"O tipo de solo interfere, assim como o uso de agrotóxicos e a época de colheita. E é preciso saber se é melhor usar a erva seca ou fresca, as folhas ou flores", explica Alves.
É o caso da erva-doce (Foeniculum vulgare), também conhecida como funcho, cujo efeito diurético é mais forte na infusão das folhas, de acordo com uma pesquisa realizada por Débora Vendramini, doutoranda do CPQBA (Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas) da Universidade Estadual de Campinas. Em geral, os chás são preparados com os frutos. No estudo realizado em ratos, o aumento da diurese foi de 144% quando a infusão foi preparada com as folhas, contra 20% no uso dos frutos.
A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) também constatou a necessidade de fornecer mais dados à população e prepara uma cartilha para ser divulgada no Estado do Rio de Janeiro. Foram consideradas para esse trabalho 20 das plantas mais citadas pelos vendedores de ervas do Mercado de Madureira, no Rio de Janeiro. "É uma loucura. Os "mateiros" descrevem inúmeras aplicações para uma mesma planta. E não há comprovação na literatura científica", diz Rosany Bochner, coordenadora do Sinitox (Sistema Nacional de Informações Tóxico-farmacológicas), ligado à fundação.
Conheça algumas das ervas citadas na Cartilha da Fiocruz e Unesp e alguns riscos previstos.
Para que haja maior controle no uso terapêutico das ervas, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) pretende lançar para consulta pública uma lista com 51 espécies de plantas que poderão ser comercializadas como ervas medicinais. A resolução regulamentará a notificação de espécies vegetais, com indicações terapêuticas baseadas na literatura científica. Como, até o momento, as ervas para chás comercializadas no país são regulamentadas como alimentos, não podem apresentar indicações terapêuticas nas embalagens.
Panquecas Verdes
Panquecas Verdes(Panquecas de espinafre recheadas com pasta de ricota e peito de peru com creme de leite light)Ingredientes:Massa
1 xc. de chá de farinha de trigo
1xc. de chá de leite desnatado
2 ovos inteiros
1 xc. de chá espinafre cozido e espremido
1/2 colher de chá de sal
margarina light para untar
óleo de canola
Molho
1 lata de creme de leite light
1 pitada de sal
2 colheres de sopa de cebolinha verde picada
Recheio
200gr de ricota
2 colheres de sopa de leite desnatado
100gr de peito de peru defumado
1/2 colher de chá de sal
1 pitada de noz-moscada
Rendimento: 12 panquecas
- Bata no liquidificador a farinha, o leite, os ovos, o espinafre e o sal, até ficar homogêneo. Deixe descansar, por 5 minutos, enquanto isso prepare o recheio de pasta de ricota.
- Misture em uma tigela a ricota amassada com o leite até ficar cremoso. Tempere com sal e noz-moscada, acrescente o peito de peru defumado cortado em pequenos cubos e cubra com cebolinha verde picada. Reserve.
- Em uma frigideira anti-aderente, despeje um fio de óleo de "canola" e frite pequenas porções da massa.
- Espere uns segundos para uma leve dourada no disco.
- Vire e faça o mesmo procedimento com o outro lado.
- Retire e acomode os discos em um prato, repita a operação até terminar toda a massa. Dará cerca de 12 unidades. Faça o molho de creme de leite apenas juntando os ingredientes sugeridos (creme de leite light, sal e cebolinha verde picada).
8. Coloque pequenas colheradas de recheio sobre cada disco e enrole em forma de canudo.
9. Arrume-os lado-a-lado no refratário, poderá ter mais de uma camada.
10. Para finalizar, despeje o molho branco sobre as panquecas e leve ao forno médio, na hora de servir por 20 minutos.
O Acompanhamento sugerido é "Arroz Colorido" - Arroz branco, cenouras raladas em ralo grosso, uvas passas e cheiro verde picado, ornamentado com ovos cozidos.
Bon Appétit
Panaché de Legumes
O grande Chef Alecrim Dourado já ganhou projeção internacional. É isso mesmo! carreira relâmpago desse Chef Tupiniquim.
E para provar à vocês esse sucesso, deixo o registro de um lindo presente que ele ganhou da poetisa Dora Coimbra

O Prato da Semana - Panaché de Legumes
Cubra-os com molho branco. Feito com 2 colheres de sopa de margarina light, 2 colher de sopa de farinha de trigo (torre a farinha na margarina), em seguida vá despejando leite desnatado mexendo vigorosamente, em fogo brando, até obter um creme liso, corrija o sal e acrescente noz moscada ralada.
Para acompanhamento o Chef sugere "Arroz branco com cheiro verde fresco picadinho" e "Saladas do Chef".
Bon Appétit
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Cozinha Light & Chef Alecrim
O inverno está dando adeus, e aguardo ansiosa a primavera, que é a estação do ano da qual mais gosto. Ooops! mas subo na balança e percebo que tem algo a mais, hum!!! mal sinal... não estou completamente pronta para receber nem a Tia, nem a Prima e muito menos a Vera.Preciso reduzir calorias rapidamente, mas não estou nem um pouco afim de passar fome e privações, vamos combinar!!! fazer regime é um tremendo sofrimento.
Então vou a procura de uma refeição que se enquadre ao paladar da minha família e que me possibilite perder peso, e acreditem... acho! pronto agora mãos a obra.
O primeiro passo é o supermercado, sim a dieta começa por lá, se você comprar os produtos certos e deixar para trás as tentações, as suas chances de êxito serão bem maiores. Pronto, dispensa abastecida com ítens que só faz bem a saúde e a consciência.
Agora é mão na massa, faça pratos bonitos, saborosos e de preferência com baixas calorias, consuma moderadamente porque o Mundo não irá acabar amanhã, beba bastante líquido durante o dia e comece a praticar alguma atividade física com regularidade, mas escolha uma da qual você goste, para não correr o risco de desistir no meio do caminho, a minha é pedalar.
A receita escolhida para essa semana é "Lasanha de beringela com ricota". Vamos conferir.
Rendimento: 8 porções
Calorias por porção: 136
Tempo de preparo: 1h30
150 g de funghi secchi
1 xíc. (chá) de cebola picada
1 xíc. (chá) de pimentão vermelho cortado em quadradinhos
Alho picado a gosto
Sal e pimenta a gosto
300g de ricota amassada
2 claras batidas em neve
1 berinjela grande
2 xíc. (chá) de molho de tomate refogado pronto
8 placas de massa de lasanha
1 xíc. (chá) de leite desnatado
1/2 xíc.(chá) de queijo minas padrão ralado no ralo grosso
Azeite a gosto
Folhas de manjericão fresco
Margarina light para untar
Preparo: Lave o funghi em água corrente, pique e deixe-os descansar em água quente por 20 minutos, em seguida escorra. Em uma panela pequena coloque um pouco de azeite, em seguida os cogumelos, dê uma refogada e acrescente um pouco de vinho, deixe apurar por 5 minutos, após acrescente o alho, a cebola e o pimentão fazendo um refogado, coloque o restante do vinho e deixe cozinhar por mais 5 minutos até os ingredientes ficarem macios. Tempere com sal, pimenta e retire do fogo.
Préaqueça o forno em temperatura média (180º). Unte um refratário grande com a margarina ligth. Em outra vasilha, misture a ricota com as claras em neve, manjericão fresco e um fio de azeite e reserve. Corte as extremidades da beringela e, em seguida pique em fatias. Espalhe um pouco do molho de tomate no fundo do refratário, cubra com uma parte da berinjela, um pouco do refogado de cogumelos e quatro placas de lasanha. Por cima, espalhe a mistura de ricota.
Repita mais uma vez o mesmo o procedimento. Regue com molho de tomate restante, salpique o queijo minas padrão ralado e cubra com a xícara de leite desnatado .
Leve ao forno por cerca de 45 minutos, sirva em seguida.
Bacalhau Escondidinho Tricolori
Peço desculpas aos meus amigos lusitanos, mas não resistir ao bom preço do bacalhau e resolvi comprar para conferir a qualidade. Então tenho que arriscar, fazer o que?
Batizei o prato de "Bacalhau Escondidinho Tricolori".
800 gr. de bacalhau desalgado e demolhado
3 batatas grandes
2 pimentões verdes
1 pimentão amarelo
2 tomates
1 cebola grande
3 dentes de alho amassados
1 folha de louro
azeite
sal
pimenta do reino
250 gr. de grão de bico cozido
1 maço de brócolis cozido no vapor


Sobre as batatas mais uma camada dos semi-fritos, depois o grão de bico, já cozido, mais um pouco de azeite e finalmente o brócolis cozido no vapor, dê uma última regada de azeite generosa, cubra o refratário com papel alumínio e leve ao forno pré-aquecido, em temperatura média por 30 minutos, e já está ponto para servir.
Para acompanhamento arroz branco.
Paella de frutos do mar e legumes
É muito fácil de preparar e bastante rápida, não necessita de qualquer acompanhamento, apenas um bom vinho. Essa receita dá para servir 4 pessoas.
Azeite
3 dentes de alho
1 cebola grande picada
pimentões em três cores ( 1 de cada), cortados em tiras
1 cenoura grande
1 brócolis americana
2 xíc. vagens francesas cruas
1 maço de alho poró
700 gr. de frutos do mar (lulas, polvos, mexilhões, camarões)
2 colheres (chá) de açafrão
2 xíc. (chá) de arroz branco crú
4 xíc. (chá) de caldo de legumes
sal
pimenta
cheiro verde e alecrim (para aromatizar)
Passo-a-passo

Após coloque os mexilhões, polvos e lulas, mexa e deixe cozinhar por 15 minutos.

A Paella já está pronta e agora é só servir e saborear.
As saladas do Chef
Salada de endívias recheadas com ricota temperada e tomates secos
Salada de colorida de legumes - cenoura, repolho roxo, vagens francesas e alho-poró
Salada de primavera - alface americana, morangos e kiwi
Salada de Palmito com peito de peru defumado - palmito, peito de peru defumado, tomates e alho-poró
Salada Três Amigas - brócolis americana, cenouras e beterraba
Dia da Pizza
Um ótimo pretexto
A pizza é um dos pratos favoritos para reunir os amigos em casa, em restaurantes ou mesmo para comer rapidinho em frente à TV. Não à toa, ganhou um dia só dela, celebrado no dia 10 de julho o "Dia Mundial da Pizza".
A data é celebrada praticamente todos os dias, já que crescem o consumo e a disponibilidade de locais, como padarias, restaurantes, casas especializadas e comércios de bairro.

A origem do prato remonta há 6.000 anos, quando babilônicos, hebreus e egípcios consumiam uma mistura de massa de farinha, água e sal, também chamada de picea, em latim. A receita acabou virando o prato mais consumido pelas pessoas humildes do Sul da Itália, que recheavam a massa com o que dispunham.
A variação das coberturas foi se amadurecendo com o passar dos anos, até que o tomate chegou a Europa trazido por Cristóvão Colombo e daí para frente o pomodoro foi incorporado totalmente à receita. Houve época em que essa iguaria era comida no café da manhã e vendida por ambulantes.
À medida que se tornou mais popular, erguiam-se barracas onde era vendida a massa em formatos diferenciados, de acordo com o pedido do cliente. O primeiro pizzaiolo da história foi Don Rafaelle Espósito, proprietário de uma famosa pizzaria de Nápole, a Pietro il Pizzaiolo.
Don Rafaelle ficou famoso a partir do verão de 1889, quando foi cozinhar no palácio Capodimonte para os soberanos rei Humberto I e sua rainha Margherita de Sabóia, que estavam em visita à Cidade. O pizzaiolo, para prestar uma homenagem à rainha, resolver fazer a pizza com as cores da bandeira italiana - branco, vermelho e verde.
A rainha gostou tanto da pizza que Don Rafaelle a batizou com o seu nome. Embora a origem da pizza, como hoje é conhecida, seja italiana. Os grandes devoradores desse produto ficam do outro lado do oceano. Os dois países que mais consomem pizza no mundo são respectivamente: EUA e Brasil, com destaque para as cidades de Nova Iorque e São Paulo.
Nos Estados Unidos consome-se 350 pedaços de pizza por segundo. O segundo maior país consumidor é o Brasil. O paulistano é quem mais pede o prato. Segundo dados da Abresi (Associação Brasileira de Gastronomia, Hospedagem e Turismo), a Grande São Paulo fabrica por mês 43 milhões de unidades do produto. São catalogados 230 tipos de sabores, entre salgadas e doces.
Portanto só me resta lhe desejar, um bom apetite!
Dieta oriental
Dieta oriental é aliada na hora de emagrecer

Diferentemente do Brasil, onde a taxa de pessoas com sobrepeso chega a 43%, e nos Estados Unidos, onde os gordinhos representam 60% dos americanos, os japoneses fora do peso ideal não chegam a 5% da população.
Pensando nisso, especialistas têm tentado explorar e desvendar os hábitos que estão por trás da culinária oriental e de seus benefícios.

O livro "Mulheres japonesas não engordam nem envelhecem" (Ed. Rocco), mostrar como é fácil adaptar a culinária tradicional japonesa a dieta do dia a dia. Ensina ainda, que a culinária japonesa é baseada em sete pilares: peixes, legumes, arroz, soja, macarrão, chá e frutas.
Para a maioria dos ocidentais, comida japonesa quer dizer sushi. Sushi é um dos alimentos favoritos no Japão, mas é apenas um entre muitos. Por todo o Japão encontra-se uma grande variedade de comidas fabulosas.
Chocolate, farinha de trigo e carnes vermelhas ainda são itens raros no cotidiano no país, apesar da crescente ocidentalização das refeições japonesas.
A nutricionista Anita Sachs, do Departamento de Medicina Preventiva da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), explica que os orientais costumam seguir uma dieta rica em fibras e com baixo teor de gordura."Os brasileiros ficaram muito acostumados a ingerir alimentos gordurosos, com pouca fibra e muito açúcar. Isto interfere no andamento de qualquer dieta saudável", explica.
As isoflavonas são especialmente importantes para as mulheres, já que a substância tem ação similar ao hormônio estradiol, que regula uma série de funções hormonais femininas. O consumo de peixes e algas também traz uma série de benefícios.
O peixe, principalmente o sushi e o sashimi, tem baixíssimo nível de gordura. Já as algas ajudam a promover a saciedade, pois aumentam de tamanho no estômago - explica o nutricionista.
Estudos apontam que a 'gordura do bem', o ômega-3, presente no salmão, na sardinha e no atum, protege o corpo do envelhecimento precoce e estimula a saúde do cérebro. Já as algas contêm vitaminas e minerais ajudam a regular o metabolismo, apoiando as dietas de emagrecimento.
Mas o especialista lembra que nem tudo na dieta japonesa faz bem:
"Quem tem ácido úrico elevado, hipertensão ou tendência à retenção de líquidos deve moderar o consumo de shoyu, missoshiro e peixe cru. Um dos problemas da dieta japonesa é que ela contém muito sódio e pode não fazer bem em excesso. Como tudo na vida, o segredo está no equilíbrio e na moderação", resume.
Portanto o melhor é aproveitarmos as orientações e sermos cautelosos na escolha de cada refeição, sabendo balancear os alimentos e consumí-los na quantidade exata, sem abusos ou excessos.










